O atacante Chico da Costa, vinculado ao Cruzeiro, recusou proposta do Clube do Remo e encerrou as negociações para atuar no time paraense. A decisão pegou a diretoria azulina de surpresa, já que havia confiança em um desfecho positivo. O jogador, no entanto, optou por não avançar e segue avaliando alternativas, especialmente fora do Brasil.
Chico da Costa tem contrato com o Cruzeiro até dezembro de 2027. Apesar de estar no elenco celeste, ainda não conseguiu se firmar como protagonista. Na temporada de 2026, disputou 14 partidas, com apenas uma assistência e nenhum gol. O atacante construiu parte da carreira em clubes da América do Sul, o que lhe deu visibilidade em mercados internacionais e mantém seu nome em pauta fora do país.
O Remo buscava reforçar o ataque para a sequência da Série A e via Chico como alternativa viável. O clube paraense acreditava que a liberação do Cruzeiro facilitaria o acordo, mas a postura do jogador esfriou as conversas. A recusa inviabilizou o negócio e obrigará o Leão a buscar novas opções na janela de transferências que abre em julho.
Além do interesse do Remo, Chico da Costa possui opções fora do futebol brasileiro. O reconhecimento em mercados da América do Sul e a possibilidade de atuar novamente no exterior pesaram em sua decisão. O jogador entende que pode ter mais oportunidades e visibilidade fora do Brasil, mesmo sem grande protagonismo no Cruzeiro.
Enquanto o Remo sofre revés, clubes como o São Paulo têm buscado reforços ofensivos com perfil diferente. O Tricolor aposta em jovens da base e em contratações estratégicas para manter competitividade no Brasileirão e na Libertadores. A recusa de Chico mostra uma tendência: jogadores preferem mercados internacionais a clubes médios do Brasil, o que pressiona o São Paulo a oferecer projetos esportivos sólidos para atrair atletas.
Para o Remo, a recusa significa replanejar o mercado e buscar alternativas. Para o São Paulo, a notícia é um alerta: mesmo jogadores sem protagonismo preferem esperar propostas internacionais. Isso reforça a necessidade de estruturar melhor a política de contratações, oferecendo estabilidade financeira e competitividade esportiva.
Com Chico fora dos planos do Remo, o mercado de atacantes segue aberto. O São Paulo precisa agir rápido para garantir reforços antes que opções viáveis escapem para fora do país. A diretoria já sabe que o ataque é uma posição carente e que reforços serão necessários para manter competitividade no segundo semestre.
Chico da Costa recusou o Remo e segue avaliando propostas internacionais. Para o São Paulo, isso é um alerta sobre a dificuldade de atrair jogadores no mercado atual. Participe do fórum e deixe sua opinião: como o Tricolor deve se posicionar diante desse cenário?
732 visitas - Fonte: Cruzeiro Web