20/5/2026 18:05
Reclamação argentina! Lucas Romero quebra o silêncio e contesta choro do Boca Juniors.
O Cruzeiro empatou com o Boca Juniors em 1 a 1 na Bombonera pela Libertadores. O capitão Lucas Romero rebateu as reclamações argentinas após atuação polêmica do VAR.
O fechamento da fase de grupos da Conmebol Libertadores reservou um roteiro ríspido e recheado de controvérsias em Buenos Aires. Na noite de terça-feira (19), o Cruzeiro arrancou um suado empate por 1 a 1 diante do Boca Juniors no caldeirão da La Bombonera. O confronto, contudo, ficou em segundo plano diante de um ríspido impasse de arbitragem e da avalanche de reclamações dos donos da casa após duas intervenções cruciais da tecnologia de vídeo, que incendiaram as arquibancadas e o vestiário.
Nos bastidores da zona mista, o capitão celeste Lucas Romero reage com firmeza ao bombardeio argentino e tratou de demover as teorias de conspiração. O volante limpou o lance de um suposto pênalti pedido pelo Boca na reta final do segundo tempo, garantindo que o toque em seu braço foi casual e em posição de disputa natural. O xerife cruzeirense ainda chancelou a atuação do VAR, que anulou o segundo gol dos xeneizes após flagrar um ríspido toque de mão do defensor Delgado na origem da jogada.
A atuação milimétrica da arbitragem de vídeo já havia operado aos 44 minutos do primeiro tempo, quando invalidou o gol de Merentiel por infração na jogada. Romero admite a pressão infernal exercida pelo Boca nos minutos finais de 2026, mas dispara contra a postura do astro Leandro Paredes, capitão adversário que liderou o choro contra o apito. "Nosso foco era em jogar futebol, não em discussões", rebateu o volante, valorizando a postura sólida do time mineiro. Para acalmar os ânimos, a Conmebol confirma a lisura do processo e divulgou os áudios e imagens oficiais do VAR, justificando a anulação por conta do movimento antinatural do braço argentino.
Com o ríspido ponto guardado na bagagem, o Cruzeiro de Artur Jorge agora seca o duelo entre Universidad Católica e Barcelona-EQU para desenhar seu destino na chave. O elenco cobra foco total para o dia 28 de maio, quando recebe os equatorianos em Belo Horizonte. Um triunfo simples diante da massa celeste encerra o acordo travado na tabela e carimba em definitivo o passaporte da Raposa para as oitavas de final da Libertadores.
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