6/7/2026 19:21
Alerta ligado na Toca! Artur Jorge admite forte assédio do mercado europeu ao Cruzeiro.
O técnico Artur Jorge confirmou o forte assédio a jogadores do Cruzeiro e cobrou contratações após as vendas de Kaiki Bruno e Christian para o exterior.
A calmaria da intertemporada da Copa do Mundo de 2026 deu lugar a uma asfixia rústica no mercado da bola, e o comandante da Raposa não esconde o incômodo. O Cruzeiro confirma que, mesmo antes da abertura formal da janela de transferências, o assédio internacional sobre as joias da Toca da Raposa disparou o sinal de alerta na comissão técnica. O técnico Artur Jorge quebrou o silêncio nos bastidores e admitiu que o fluxo de saída do material humano o preocupa muito mais do que a engenharia de novas contratações, colocando o nível competitivo do time totalmente em jogo.
O elenco celeste sofreu baixas ríspidas que desfezeram o planejamento tático inicial. O lateral-esquerdo Kaiki Bruno arrumou as malas rumo ao Como, da Itália, enquanto o volante Christian aceitou o desafio na Rússia e defenderá o Krasnodar. Além dos dois titulares, o clube negociou Chico da Costa e Wanderson, enquanto Japa, Bruno Alves e Janderson desceram para o laboratório dos empréstimos. Esse desfalque em massa gerou um impasse profundo na montagem da rotação tática para o segundo semestre.
— A mim, preocupa mais o aspecto das vendas do que das compras. Tivemos muitos jogadores assediados, recebemos muitas propostas em cima da mesa. Nossa grande preocupação é manter a equipe equilibrada — dispara o treinador português, deixando claro que não aceita um acordo travado com o enfraquecimento do plantel.
A diretoria reage ao mercado e tenta dar respostas rápidas ao comandante. Gabriel Rojas desembarca para ocupar a vaga humana deixada por Kaiki, e o atacante Gabriel Pec chega com o status de investimento pesado para o setor ofensivo. Contudo, Artur Jorge cobra intensidade e exige a chegada rústica de pelo menos mais um volante e outro atacante de beirada para suportar o racha do Brasileirão. O Cruzeiro desafia o tempo e a escassez de opções, ciente de que cada dia de treino na intertemporada é vital para moldar o perfil ideal exigido pelo chefe antes do reinício do calendário nacional.
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