Mano perdeu o meia Robinho para o jogo contra Fluminense (Foto: Washington Alves/ Light Press)
O técnico Mano Menezes vai ter que pensar muito para montar o time do Cruzeiro que enfrenta o Fluminense, às 17h (de Brasília) deste domingo, pelo Campeonato Brasileiro. Além do desgaste físico dos jogadores após o jogo contra o Grêmio, na última quarta-feira, ele não terá o meia Robinho, que sofreu um estiramento grau um no músculo adutor da coxa esquerda. O treinador afirma que espera manter o conjunto da equipe, mesmo sem saber que peças vai utilizar.
- A manutenção do time, na totalidade será, impossível. Não teremos Robinho neste jogo. Ele sentiu desconforto em Porto Alegre durante o treino, tratou e foi para o jogo. Fizemos o exame ontem (quinta), e nosso departamento médico constatou pequena lesão de grau um que o tira fora deste jogo. Espero que o tenhamos logo, mas isso impossibilita a manutenção da equipe. Questão da lateral vamos analisar em função da ausência do Robinho. Precisamos recompor o meio-campo.
Mano comentou também sobre o desgaste no jogo de Porto Alegre e revelou um dado interessante. Seis jogadores correram mais de 12 quilômetros durante a partida. A média dos atletas varia entre 9 e 11 quilômetros por jogo.
- Contra o Grêmio, nós fizemos o jogo mais duro da temporada. Seis jogadores correram mais de 12 quilômetros, isso é algo inédito aqui. O nível da partida foi muito complicado, quem estava no estádio viu. Então temos que ter cuidado nessa recuperação.
Ainda lutando contra o rebaixamento - o Cruzeiro precisa de quatro pontos em cinco jogos - Mano Menezes evita falar sobre o planejamento para a próxima temporada. Para o treinador, o clube deve se livrar da ameaça antes da falar sobre o assunto.
- Mesmo que seja inevitável falar sobre isso para a maioria dos clubes, alguns deles estão disputando coisas importantes. Nós estamos disputando coisas importantes que vão se decidir matematicamente somente nas próximas rodadas. Não é a hora de fazer reuniões pensando no ano que vem. Quando fizermos, vamos levar em consideração o ano inteiro. Não é justo pegar jogos específicos para avaliar nem o lado do clube e nem o lado do atleta. Tem que pegar um todo. É assim que enxergo o futebol e é isso que vou propor para a diretoria do Cruzeiro.
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