3/11/2016 13:51
Ano para esquecer
A chegada tumultuada na Arena do Grêmio, onde o nosso ônibus foi apedrejado, e um estádio com todos os ingressos vendidos mostravam que não seria fácil marcar dois gols. Começamos mordendo, mas até os 20 minutos não conseguimos nada. Uma cotovelada numa disputa de bola abriu o supercílio do William Bigode. Logo depois, Ariel Cabral mandou um petardo de fora da área no travessão. Um jogo brigado, com poucos lances de destaque. O clima tenso ultrapassava as quatro linhas, onde Mano Menezes discutia bastante com Renato Gaúcho.
Aos 26 minutos, uma falta sofrida por Henrique na entrada da área nos dava uma boa oportunidade. De Arrascaeta bateu muito bem e o goleiro do Grêmio rezou para ela não entrar. O Cruzeiro forçando muitas jogadas pelo meio acabou congestionando a entrada da área. Um primeiro tempo muito disputado, onde chutamos pouco pra quem precisava marcar dois gols.
Aos seis minutos da etapa final, Rafael fez duas grandes defesas, mostrando que a volta de Fábio não será fácil. A entrada de Rafael Sobis e Ábila não surtiram efeito. O tempo foi passando e os gaúchos administrando bem a vantagem conquistada no Mineirão. Tiveram até um gol anulado injustamente.
Jogamos em casa de forma desastrosa e um jogo de volta com muita luta e pouco resultado. Essa oscilação foi a nossa assinatura no ano. Sempre sem saber se teremos uma boa partida ou se será um desastre total. Na verdade, estávamos sonhando com algo que não merecíamos. Uma ilusão diante de tantos problemas.
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