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28/10/2016 11:06

Grama artificial da Arena da Baixada não será problema para o Cruzeiro

Maioria do elenco cruzeirense já tem experiência em gramados sintéticos

Grama artificial da Arena da Baixada não será problema para o Cruzeiro
Neste sábado, às 16h30 (de Brasília), o Cruzeiro encara o melhor mandante do Campeonato Brasileiro. Jogando em Curitiba, o Atlético-PR tem 13 vitórias em 16 jogos. Além do forte time paranaense, o Cruzeiro vai encarar também o gramado sintético da Arena da Baixada.

O piso artificial faz a velocidade do jogo ser diferente, mas não chega a ser um problema para os jogadores do Cruzeiro. O lateral Ezequiel estava no Criciúma, que fez o primeiro jogo do gramado do estádio do Atlético-PR, em fevereiro deste ano. Segundo o catarinense, a dificuldade é apenas inicial.

- Eu participei da inauguração do gramado sintético da Arena da Baixada. O jogo fica mais rápido. Mas nem dá para perceber que é sintético. Tem que se adaptar o mais rapidamente possível. Mesmo sem molhar, a bola fica rápida.

Mas isso só nos primeiros minutos. Depois a gente se adapta e fica tudo normal.
O também lateral Bryan também teve a experiência de jogar em gramado sintético no Brasil e em Portugal. Em 2011, ele foi campeão brasileiro Sub-20 jogando no Passo da Areia, em Porto Alegre. A opinião de Bryan é semelhante à do companheiro Ezequiel.

- A gente tem que tirar a dificuldade, se der, no aquecimento mesmo. A diferença é no jeito que a bola rola. Acho que não será um fator que possa atrapalhar. A concentração é desde o começo do jogo.

Eu fui campeão brasileiro Sub-20 no campo do São José, em Porto Alegre. Acho que foi a única oportunidade aqui no Brasil. Em Portugal joguei também. Muda um pouco mas assim que a bola rolar é não deixar isso atrapalhar e poder jogar.

O argentino Lucas Romero acredita que o jogo fica mais veloz em gramados artificiais. O volante, no entanto, afirma que o Cruzeiro não terá grandes problemas por causa disso.
- Joguei na Argentina. No Vélez tinha um campo sintético, que é muito diferente. A bola vem por cima. E fica mais rápida. Tenho experiência no gramado sintético.


Lucas Romero jogou em gramado artificial na Argentina (Foto: Washington Alves/Light Press)

2304 visitas - Fonte: globoesporte.com




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