Adriano Andrade, coordenador; Daniel Teixeira, gerente; e Vitor Diorranes, assistente administrativo do DNI
As cinco estrelas do Maior de Minas estão presentes nos quatro cantos do mundo e um dos responsáveis por isso é o Departamento de Negócios Internacionais (DNI) do Cruzeiro. Criado de forma pioneira no país, em 2008, o DNI possui uma série de projetos que enaltecem a marca do Clube celeste e apresentam a diversas nações o nível de excelência vigente na Toca da Raposa I.
Dentre os programas desenvolvidos pelo departamento, ganha destaque o Players Development Program, programa de intercâmbio internacional, em grupo ou individual, que recebe atletas do mundo inteiro. No que diz respeito à primeira modalidade do programa, o Cruzeiro atualmente conta com um grupo de 26 cazaques na Toca da Raposa I, como conta o gerente do DNI, Daniel Teixeira.
“Junto aos atletas, também estão um treinador e um intérprete. Eles ficarão aqui durante um período de três anos (2015, 2016 e 2017). Neste intercâmbio, temos uma comissão técnica destacada especialmente para ficar com estes garotos e estamos abertos a outros grupos. Não precisa ser um contrato de três anos, pode ser por um período menor”, destaca o dirigente.
“Eles disputam amistosos e alguns torneios com o nome de Cruzeiro Internacional. Disputaram a Copa IMEF no primeiro semestre e, agora, estão disputando a Copa União. É muito interessante esta troca, que é importante também para os jogadores do Cruzeiro terem este relacionamento internacional, conhecerem outra cultura, outros costumes”, acrescentou.
Em agosto, o Cruzeiro Internacional esteve no Cazaquistão, onde participou da Copa do Presidente e reforçou a satisfação do Ministério do Esporte local, também responsável pelo intercâmbio, com a forma como o Clube celeste vem desenvolvendo os jovens cazaques. O resultado apresentado in loco aumentou a procura pelo programa.
“No Cazaquistão tivemos contato com outras ex-repúblicas soviéticas, como o Tajiquistão, o Quirquistão e há a possibilidade de grupos destes países virem para cá. São países que querem desenvolver seu futebol, aprender uma metodologia nova, brasileira e de sucesso, como é a do Cruzeiro”, ressalta Daniel, que vê uma procura também crescente pelo intercâmbio individual.
“Temos garotos da Austrália, do Canadá, dos Estados Unidos. Vem atletas do mundo todo. Eles treinam com nossas categorias de base e vivem dias como atletas do Cruzeiro, treinando com nossa metodologia. A procura cresce a cada dia. Tivemos exemplos de pais que vieram dos Estados Unidos trazer os filhos para cá. Oferecemos um produto de qualidade”, acrescenta.
O retorno do projeto, é claro, não diz respeito apenas aos intercambistas, mas também ao Cruzeiro, que ganha tanto financeiramente, quanto em termos de exposição.
“Dá um retorno muito bom tanto financeiro, quanto no que diz respeito à internacionalização da marca, o que torna o Cruzeiro ainda mais conhecido no exterior. Vimos isso no Cazaquistão, o que é possível graça ao nosso projeto”, afirma o gerente cruzeirense.
Jovens cazaques têm disputado torneios com a camisa celeste (Cruzeiro/Divulgação)
Cruzeiro pelo mundo
Se atletas do mundo inteiro chegam à Toca da Raposa I, os jogadores do Cruzeiro também conhecem outros continentes através do Clube celeste e do DNI. Foi desta forma que a equipe estrelada sub-14 se sagrou campeã da Codion Cup, na China, em julho, e ainda acumulou experiências que valorizam a formação dos atletas cinco estrelas.
“Imagina um garoto de 14 anos saber como é o futebol em outra cultura? Estes garotos que foram para a China jogaram contra clubes da Coreia do Norte, Coreia do Sul, da Espanha, Austrália, da própria China, da Tailândia... É uma experiência de futebol, pessoal e de vida para eles. Este garoto vai ter 18 anos, com vários torneios internacionais disputados e vai chegar ao profissional mais preparado e maduro. Aproveitamos a situação e ampliamos nossos contatos na China e já estamos colhendo resultados. Acreditamos que podemos tornar o Clube ainda mais presente nestes mercados, onde o futebol está crescendo”, salienta Daniel.
“Os meninos me viam na China me comunicando em inglês e se animavam a aprender ainda mais a língua na escola que temos na Toca I, em parceria com a Uptime. Uma experiência muito boa em todos os sentidos, inclusive para a comissão técnica, que trocam informações, ideias, com outros treinadores”, completou.
Além dos projetos de intercâmbio e das competições disputadas pelo Cruzeiro fora do país, o DNI também apresenta outros importantes programas. Para conhecê-los melhor, clique aqui e fique por dentro do Departamento de Negócios Internacionais do Clube.
Sub-14 conquistou a Codion Cup em julho, na China (Cruzeiro/Divulgação)
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