Quarta pior defesa do Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro vem sofrendo com as falhas constantes em seu setor, dentro da área, durante a competição. Contra o Atlético-PR, no Mineirão, mais uma vez ficou evidente nos três gols. Erros individuais somados a coletivos, além de falhas no posicionamento e lentidão na cobertura estão presentes em 12 dos 23 gols sofridos na competição até agora pela Raposa, que voltou a ficar próxima da luta contra o rebaixamento, estando com a mesma pontuação do Figueirense, primeiro time dentro do Z-4, ao final da 14ª rodada.
Em mais da metade dos gols sofridos pelo Cruzeiro, falhas defensivas ficaram evidentes. Começou na primeira rodada, contra o Coritiba, quando Paulo Bento ainda não era treinador, e foi até o jogo contra o Atlético-PR. Em apenas quatro jogos realizados, a Raposa não deixou espaço evidente para os seus adversários marcarem. Em dois, saiu ilesa: vitórias sobre Botafogo e Ponte Preta. Em outras duas, derrotas para São Paulo e Flamengo por 1 a 0, os jogadores que marcaram o gol estavam marcados, mas conseguiram ser mais eficientes. Nos outros nove lances dos gols, falhas não ficaram evidentes ou não existiram.
os lances avaliados e incluídos nesta lista, em pelo menos um dos gols sofridos, a defesa ou um jogador específico falhou. O GloboEsporte.com voltou a todos os gols levados pelo Cruzeiro com falhas defensivas e analisou cada um deles.
ERRO INDIVIDUAL
O primeiro exemplo nesse quesito é o gol marcado por Rafael Moura, o primeiro dele no empate por 2 a 2 no Mineirão, na segunda rodada. Bruno Rodrigo se posiciona para marcar o jogador, mas não vai no lance quando a bola é lançada. Um segundo é o último gol do Grêmio, na vitória por 2 a 0. Douglas se posiciona na entrada da área, sob a marcação de Lucas, que não acompanha o meia, que balança as redes. Outro lance em que há erro individual é no primeiro gol da Chapecoense, na vitória por 3 a 2, quando Silvinho, marcado por Federico Gino na entrada da área, recebe, entra na grande área e marca o gol.
Na derrota para o Atlético-PR, o quarto erro individual em gols sofridos pelo Cruzeiro. A bola é lançada para o ataque do Furacão. Bruno Rodrigo não observa o seu entorno e recua a bola para Fábio. Pablo aproveita e marca
ERRO COLETIVO
O primeiro gol que se enquadra nesse quesito é o de Kléber Gladiador, na primeira rodada. Nela, o atacante, desde o começo da jogada parte sozinho, entra na área e está livre para chutar para o gol, sem ninguém o incomodar. No terceiro gol do Santa Cruz, na goleada por 4 a 1, no Arrudão, Arthur entra na área acompanhando por Henrique, mas fica posicionado entre dois zagueiros e sobe livre para marcar. Já no empate por 1 a 1 com o América-MG, no Mineirão, Victor Rangel entra livre na área e chuta. Só na hora do arremate, algum marcador chega.
No clássico, também teve. No segundo gol atleticano, Fred tabela com Robinho e se posiciona à frente dos zagueiros. A bola sobra para ele, na grande área, e o atacante, sem nenhuma marcação, empurra para a rede. O segundo gol do Grêmio é outro bom exemplo de erro coletivo. No começo da jogada, Luan está acompanhado por Bruno Viana, e Douglas por Fabrício Bruno.
Mas o primeiro zagueiro cruzeirense deixa o atacante livre. Fabrício Bruno tenta evitar o pior, mas chega tarde
Não parou por aí. Contra o Palmeiras, na 11ª rodada, outro gol que poderia ser evitado. Gabriel Jesus, acompanhado de perto por Henrique no começo do lance, parte livre para a área. Bruno Viana, um dos zagueiros no jogo, está na lateral direita, fora do
posicionamento. Jesus recebe na entrada da área, livre, já que Mayke marca de longe, e faz o gol.
No empate por 2 a 2 com o Vitória, Vander inicia a jogada, parte livre até a intermediária e aproveita o rebote para marcar o gol. Repare no replay do vídeo que o jogador estava marcado no meio e fica sem marcação depois. Bruno Ramires também chega atrasado na jogada.
A todos esses erros coletivos ainda somam-se os dois marcados por André Lima, na derrota da última segunda.
Análise do professor
Após a derrota por 3 a 0 para o Atlético-PR, o técnico Paulo Bento foi perguntado sobre as falhas na defesa e respondeu assim:
- Quando há um resultado negativo, vem sempre a questão dos zagueiros. Perdemos de 3 a 0, houve um erro de um jogador que joga na linha defensiva como zagueiro como já houve erros de outros jogadores. Falhamos várias vezes e teve um erro que é assumido por ele e por mim e que me parece que seja por culpa única e exclusiva dos zagueiros.
Com o resultado no Mineirão, o Cruzeiro ficou em 15º lugar com 15 pontos. O próximo jogo é contra o Fluminense, domingo, às 16h (de Brasília), no estádio Edson Passos. Arrascaeta, suspenso, não poderá atuar no jogo.
O empresário desse Bruno Rodrigo só pode estar dividindo o salário com o Presidente e com o Paulo Bento ,vai a p....q...p Bruno Merda
não sei o que esse técnico v nesse lerdo de Bruno Rodrigo e em allano,bruno Rodrigo já falhou em vários jogos em q o cruzeiro saiu derrotado por falhas dele
primeiro trocar o técnico e a zaga cadê o Léo e Manoel