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23/6/2016 07:37

De "pinball" a "e o vento levou": como foi a goleada do Cruzeiro no Brasileiro

Time comandado por Paulo Bento vence com propriedade a Ponte Preta, no Moisés Lucarelli, por 4 a 0, com melhora da pontaria do ataque celeste

De pinball a e o vento levou: como foi a goleada do Cruzeiro no Brasileiro
Após uma sequência de maus resultados, o Cruzeiro buscava uma reabilitação no Brasileiro. E foi contra a Ponte a Preta, no Moisés Lucarelli. Ela veio em alto estilo, com goleada por 4 a 0, na noite da última quarta-feira, em Campinas, e pulou para 11 pontos na tabela de classificação. Para um time que tinha dificuldades de pontaria, até que os quatros gols foram satisfatórios, visto que só na partida dessa quarta, o time de Paulo Bento marcou metade do que havia marcado em toda a competição. E todo mundo queria marcar gols, até o zagueiro Bruno Viana deu uma de atacante.

Se o desafio era balançar as redes, o primeiro gol não foi nada fácil. Em um bate rebate, o gol de Henrique teve um estilo meio "pinball". Depois, Arrascaeta ampliou e mostrou que o clima melhora com os gols, teve até comemoração com o "parça" Romero. O terceiro e o quarto gol vieram de cobranças de pênalti, ambos com histórias interessantes. O primeiro para lavar a alma de Arrascaeta, que havia perdido contra o Grêmio, o segundo cobrado com perfeição por Alisson.

INVERSÃO DE PAPÉIS
Bruno Viana é zagueiro, mas não se engane, ele pode ser bem perigoso no ataque. O defensor apareceu sozinho na área e finalizou bem com o pé direito. À queima roupa, João Carlos fez bela defesa e mandou para escanteio.

GOL "PINBALL"
Sabe aquele jogo "Pinball", que fez sucesso nos anos 1980, com uma bola que fica batendo em vários obstáculos? Pois é, o gol do Cruzeiro foi mais ou menos assim. Após bobeada da defesa da Ponte, a bola bateu no rosto, no peito, e o Henrique bateu de primeira para abrir o placar.

COMEMORAÇÃO DOS PARÇAS
Sabe quando você está no colégio, que você combina com aquele seu melhor amigo um toque todo elaborado, dois socos, um tapinha nas costas, etc? Arrascaeta marcou o segundo gol do Cruzeiro, após cruzamento de Mayke, e, na comemoração, o uruguaio colocou em prática o cumprimento com o argentino Lucas Romero.

XÔ, ZICA!
Há três dias, uma cena se repetia. Arrascaeta ajeita a bola na marca da cal, no segundo tempo. Pênalti para o Cruzeiro, contra o Grêmio, e o uruguaio isolou, longe de Marcelo Grohe. A Raposa saiu com a derrota e amargando a lanterna do Brasileirão. Contra a Ponte, outro pênalti, e Arrascaeta poderia ter deixado outro companheiro bater, mas encarou o pênalti perdido no último domingo, e marcou o segundo dele.

E O VENTO LEVOU...
Willian fez lindo passe para Alisson, deixando o meia na cara de João Carlos. Com um toque de classe, o meia encobriu o goleiro, mas a bola fez uma curva caprichosa para tirar tinta da trave e sair pela linha de fundo. Parece até que foi o vento.

PÊNALTI NA BOCHECHA
Se existisse um manual de cobrança de pênaltis, provavelmente, Alisson tiraria nota 10. O meia do Cruzeiro foi quem cobrou o pênalti marcado em cima de Willian. O meia bateu na "bochecha" direita do gol de João Carlos, que até foi bem para a bola, mas não conseguiu alcançar.

1080 visitas - Fonte: Globo esporte




tem muito trabalho ainda gente vamos time do povo zerooooo...

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