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9/6/2016 11:41

Clássico mineiro colocará à prova fantasmas de Atlético e Cruzeiro no Campeonato Brasileiro

Clássico colocará à prova a capacidade do Atlético de se manter à frente no placar. Cruzeiro precisa encerrar maldição de sempre sair atrás. Ambos buscam reafirmação

Clássico mineiro colocará à prova fantasmas de Atlético e Cruzeiro no Campeonato Brasileiro
Uma equipe que costuma sair na frente, mas não tem conseguido garantir a vitória. Outra que patina por, em seus jogos, quase sempre ter de correr atrás no marcador. Assim são os dramas respectivos de Atlético e Cruzeiro, que se enfrentam domingo, às 16h, no Independência, buscando o triunfo para tentar finalmente embalar no Campeonato Brasileiro. Ambos deram o primeiro passo para melhorar, pois admitem os próprios erros e esperam corrigi-los já a partir do clássico.

“Cada vez que a gente não vence, a responsabilidade só aumenta. A gente saiu na frente, conseguiu armar as jogadas, concluir, mas a gente precisa de equilíbrio, lá na frente e atrás. A gente está conversando e sabendo o quanto é importante essa vitória domingo”, afirmou o lateral-direito Patric, improvisado no ataque, autor de um dos gols no empate com Sport por 4 a 4, no Recife – partida em que o Galo foi para o intervalo vencendo por 4 a 2.

O Atlético saiu na frente em quatro dos seus seis jogos no Nacional, mas venceu apenas um deles: 1 a 0 contra o Santos, no Independência, logo na estreia. Nas outras três oportunidades, cedeu o empate a Vitória (1 a 1), Fluminense (1 a 1) e Sport (4 a 4). Nesta temporada, não segurar a vantagem custou ao Atlético o título do Mineiro – vencia por 1 a 0, quando cedeu a igualdade ao América no fim da partida –, e a vaga na semifinal da Libertadores – abriu 2 a 0 sobre o São Paulo, mas o tricolor diminuiu o placar ainda no primeiro tempo.

“É claro que a gente fica chateado em alguns momentos diante de alguns resultados, mas tem de agir com tranquilidade”, afirmou o zagueiro Tiago, que assumiu o posto de titular com a ausência de Leonardo Silva (machucado) e Erazo (disputa a Copa América pelo Equador). Criticado, o zagueiro de 25 anos disse que está tranquilo. “Estamos em uma equipe grande, a cobrança vem e é normal em uma equipe de primeiro porte”.

Já a Raposa ocupa a zona de rebaixamento por não ter grande poder de reação ou por não conseguir sair na frente no placar. Na única vez em que conseguiu isso, fez 1 a 0 no Botafogo, em Brasília, obtendo a única vitória até agora no Brasileiro.

O time até conseguiu se recuperar parcialmente em algumas situações, caso do empate por 2 a 2 com o Figueirense, no Mineirão, quando chegou a estar perdendo por 2 a 0. Se foi buscar o empate com o América, não teve capacidade para segurar a igualdade diante do Santa Cruz e nem reagiu contra Coritiba e São Paulo.

FINALIZAÇÕES Os atletas sabem que precisam estar atentos. Para isso, prometem mais capricho nas finalizações, pois o time tem criado jogadas, mas sem aproveitamento positivo. “Temos de aproveitar as chances que aparecem. Na maior parte dos jogos a gente ataca, ataca, mas não faz gols. Já os adversários vêm uma vez e marcam. Então, é todo mundo procurar se ajudar para mudar isso, ter mais concentração”, afirma o zagueiro Bruno Viana, de 21 anos.

Os homens de frente concordam. Segundo eles, está faltando mesmo é colocar a bola para dentro. “Vamos procurar fazer os gols, pois estamos deixando passar o tempo, saindo atrás e depois vira aquela loucura. É um ‘probleminha’ que temos de resolver”, reconhece o armador Robinho.

1800 visitas - Fonte: Cruzeiro




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