1/5/2016 09:00
Atacantes do Cruzeiro querem acertar a pontaria e melhorar o desempenho
Time fez apenas 26 gols em 18 jogos este ano. Média é de apenas 1,44 por partida
Willian, artilheiro do Cruzeiro em 2015, ainda não marcou na atual temporada (Foto: Agência i7)
O fraco desempenho do ataque do Cruzeiro este ano está incomodando a torcida e a diretoria do clube. Os mais incomodados com a situação, porém, são os próprios jogadores. Em 2016, o time fez 26 gols, sendo 18 pelo Campeonato Mineiro, seis pela Primeira Liga e dois no amistoso contra o Rio Branco-ES, na pré-temporada. Foram 18 jogos no total. A média é baixa. Apenas 1,44 por partida.
O principal nome do ataque cruzeirense é Willian, que tem bons números com a camisa azul, mas ainda não balançou as redes este ano. O Bigode sofreu duas contusões, o que atrapalhou. Ele lamenta a seca da temporada e mostra otimismo em relação ao futuro.
- Eu fiquei fora a maior parte dos jogos, mas me incluo, me sinto cobrado. Tenho essa responsabilidade de estar participando mais. Acho que temos de arriscar mais, ter mais ousadia de arriscar mais chutes para o gol. A gente não conseguiu criar tantas jogadas como queríamos. Este ano as coisas não se encaixaram ainda. Mas o importante é que a gente tem trabalhado e se cobrado. Tenho certeza que as coisas vão melhorar.
O fraco desempenho do ataque do Cruzeiro este ano está incomodando a torcida e a diretoria do clube. Os mais incomodados com a situação, porém, são os próprios jogadores. Em 2016, o time fez 26 gols, sendo 18 pelo Campeonato Mineiro, seis pela Primeira Liga e dois no amistoso contra o Rio Branco-ES, na pré-temporada. Foram 18 jogos no total. A média é baixa. Apenas 1,44 por partida.
O principal nome do ataque cruzeirense é Willian, que tem bons números com a camisa azul, mas ainda não balançou as redes este ano. O Bigode sofreu duas contusões, o que atrapalhou. Ele lamenta a seca da temporada e mostra otimismo em relação ao futuro.
- Eu fiquei fora a maior parte dos jogos, mas me incluo, me sinto cobrado. Tenho essa responsabilidade de estar participando mais. Acho que temos de arriscar mais, ter mais ousadia de arriscar mais chutes para o gol. A gente não conseguiu criar tantas jogadas como queríamos. Este ano as coisas não se encaixaram ainda. Mas o importante é que a gente tem trabalhado e se cobrado. Tenho certeza que as coisas vão melhorar.
1935 visitas - Fonte: Globo Esporte
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