Ídolo do Cruzeiro, o ex-lateral-esquerdo Juan Pablo Sorín demonstrou apoio e torcida ao filme brasileiro “Ainda Estou Aqui”, concorrente ao Oscar 2025 em três categorias: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Atriz, com Fernanda Torres. Em sua conta particular no “X”, antigo Twitter, o ex-jogador argentino deixou sua torcida à película brasileira, um dos concorrentes ao maior prêmio do cinema mundial.
“Na torcida pela Fernanda (Torres) e por essa maravilha de Walter Salles junto ao excelente time: ‘Ainda Estou Aqui’! Apoiando e incentivando aquela atuação memorável de Fernanda Torres e o maravilhoso “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles e excelente elenco”, escreveu. Ainda estou aqui pode garantir ao Brasil seus primeiros prêmios no Oscar. De forma inédita, em 97 edições da entrega da estatueta mais importante do cinema, um filme brasileiro concorre a Melhor Filme.
O longa, dirigido por Walter Salles, é baseado no best-seller homônimo de Marcelo Rubens Paiva, publicado em 2015. A história conta sobre Eunice Paiva, mãe do escritor, que se torna ativista política após o marido ser capturado pela Ditadura Militar no Brasil, em 1971 e desaparecer. A personagem é interpretada por Fernanda Torres e por Fernanda Montenegro.
Sorín, de 47 anos, atuou como profissional entre 1995 e 2009 e vestiu a camisa cruzeirense de 2000 a 2002, em 2004 e entre 2008 e 2009. Foram 127 jogos pelo clube e quatro títulos: Copa do Brasil (2000), Campeonato Mineiro (2009) e Copa Sul-Minas (2001 e 2002). Na carreira, o ex-lateral-esquerdo da Seleção Argentina também defendeu Argentinos Juniors-ARG, Juventus-ITA, River Plate-ARG, Lazio-ITA, Barcelona-ESP, Paris Saint-Germain-FRA, Villarreal-ESP e Hamburgo-ALE.
Em 2023, um filme brasileiro que contou com a participação de Sorín foi escolhido para participar do Oscar. “Marte Um”, escrito e dirigido por Gabriel Martins, contou com a participação do ex-lateral. Em uma das cenas, Sorín aparece como ele mesmo. Na história, o ídolo da torcida estrelada é morador de um condomínio de luxo em que Wellington trabalha como porteiro, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Wellington é pai de Deivinho, um garoto que sonha em ser astrofísico para embarcar em uma missão a Marte. O sonho do pai é que o filho se torne jogador do Cruzeiro, e acredita que Sorín possa ajudá-lo.



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