Leonardo Jardim ficou à beira do campo em um jogo do Cruzeiro pela primeira vez na derrota para o Democrata GV. Apesar da virada sofrida com uma atuação ruim, o português demonstrou – ao menos pela primeira impressão – ser um técnico de poucas reações efusivas no gramado, inclusive com a arbitragem. O ge traz algumas delas. + ? Clique aqui e siga o canal da torcida do Cruzeiro no WhatsApp! Mais notícias do Cruzeiro Além do Gabigol: saiba quem reforça o Cruzeiro em 2025 Cruzeiro tem acesso a áudios, afirma que FMF admitiu erros em clássico, e árbitro do VAR é afastado Os primeiros 90 minutos de Jardim, em uma área técnica do futebol brasileiro, foram mais voltados à orientação e apoio aos jogadores. Foram poucos gritos e “puxões de orelhas” nos comandados, apesar de ter permanecido todo o tempo de pé na área técnica. Até mesmo as reações aos gols sofridos foram discretas. O Cruzeiro abriu o placar com Bolasie, logo aos três minutos de jogo. Leonardo Jardim comemorou sozinho e rapidamente, com socos no ar, aproveitando a paralisação para dar orientações a Lucas Villalba, antes de cumprimentar o autor do gol. Àquela altura, ainda que estivesse no início do jogo, o treinador tinha reações mais enérgicas para pedir ao time – principalmente aos homens de defesa – que soltasse rapidamente a bola em busca dos homens que atuavam pelos lados do campo. Villalba, que demorou em alguns desses passes, além de ter errados outros, gerou irritação no português. Mas, antes disso, a primeira resposta mais negativa do técnico foi aos 15 minutos, quando Léo Aragão errou saída de bola, e o Democrata empatou. Ainda assim, Jardim foi discreto. Ameaçou, mas não jogou uma garrafinha d’água no chão, enquanto intercalava sinais negativos com a cabeça e aplausos para tentar incentivar o time. Os minutos que se seguiram foi de um Cruzeiro com pouco volume ofensivo, gerando alguns momentos de irritação do treinador por erros individuais, como em passes e tomadas de decisões. O treinador teve conversas rápidas, ao pé do ouvido, com Lucas Silva, Marlon e Marquinhos, que o incomodou por alguns cruzamentos quando havia opção de associação rápida pelo chão. O segundo tempo seguiu com o Cruzeiro mal na partida, mas Leonardo Jardim teve mais reações de incentivo do que de cobranças aos jogadores. Além disso, foi mais vezes ao banco para conversar com os auxiliares José Barros e António Vieira. Os dois, aliás, se mostraram bem participativos para ajustar posicionamentos dos atletas, mesmo que mais distantes. Um desses momentos em que José Barros foi bastante ativo, antes mesmo da intervenção de Jardim, foi na cobrança de falta que gerou o gol do Democrata. Depois da virada, o técnico mais uma vez foi discreto e apenas abriu os braços em direção à área, sem tecer reclamações. Depois da partida, Leonardo Jardim fez questão de adentrar ao campo para cumprimentar os comandados, a equipe de arbitragem e até os jogadores do Democrata, rumando ao vestiário logo na sequência. A entrevista coletiva acabou cerca de 35 minutos depois da partida, quando parte do elenco ainda estava na zona mista do estádio, mas Leonardo Jardim foi o último da delegação a deixar o vestiário, saindo do estádio em um carro particular, após um longo papo com Alexandre Mattos (CEO de futebol), Paulo Pelaipe (executivo de futebol) e Pedro Junio (vice-presidente da SAF). Assista: tudo sobre o Cruzeiro no ge, na Globo e no Sportv
Bolasie comemora com Leonardo Jardim — Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro



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