Alexandre Mattos, CEO de futebol do Cruzeiro, fez duras críticas à atuação do árbitro de vídeo, Rodolfo Toski Marques, durante a derrota por 2 a 0 para o Atlético-MG. O dirigente questionou principalmente a não expulsão do zagueiro Lyanco e anunciou que o clube buscará arbitragem de outro estado nos próximos clássicos. Segundo Mattos, houve uma insistência do VAR para analisar a expulsão de Gabigol, enquanto um lance anterior envolvendo Lyanco pisando no braço de Dudu não recebeu a devida atenção. O dirigente também questionou a escalação de um árbitro de VAR de fora do estado, levantando suspeitas sobre possível favorecimento ao time adversário.
Mattos também criticou a Comissão de Arbitragem por escalar uma equipe da Federação Mineira de Futebol no campo, mas designar um árbitro de VAR da Federação Paranaense de Futebol. Além disso, ele mencionou a reclamação do técnico do Atlético sobre a alteração de um jogo da equipe alvinegra, insinuando possíveis benefícios concedidos ao rival. O dirigente declarou a posição do Cruzeiro de não aceitar nenhum tipo de benefício externo e enfatizou a necessidade de uma postura transparente e isenta por parte das entidades responsáveis pela arbitragem.
No intervalo do clássico, Alexandre Mattos e Paulo Pelaipe, diretor executivo, foram à porta do vestiário da arbitragem para reclamar dos lances polêmicos do primeiro tempo, evidenciando a insatisfação e a determinação do clube em buscar equidade e imparcialidade nas decisões arbitrais.







