O técnico Leonardo Jardim iniciará sua trajetória no comando do Cruzeiro a partir deste sábado (8), data de sua chegada a Belo Horizonte para se apresentar ao clube celeste. Como primeiro compromisso oficial pela nova equipe, o português estará em um dos camarotes do Mineirão para ver de perto o clássico com o Atlético, neste domingo (9), às 16h (de Brasília), pela 7ª rodada do Campeonato Mineiro. Será justamente essa partida que servirá como “vitrine” para o treinador conhecer mais a fundo os jogadores que ele vai liderar.
Enquanto esteve no comando como interino por causa da demissão de Fernando Diniz, Wesley Carvalho “deixou” pelo menos duas posições em aberto no time titular: lateral-esquerda e meio-campo. Titular desde que chegou ao clube, em 2023, Marlon ficou fora do 11 inicial nas três últimas partidas: Itabirito, Uberlândia e América. O camisa 3 teve um quadro de amigdalite e abriu oportunidades para o jovem Kaiki, que mostrou bom futebol quando foi acionado.
Outra disputa aberta está no meio de campo. Eduardo e Marquinhos foram acionados nas últimas partidas, revezaram como titulares, e brigam por vaga ao lado de Lucas Romero, Matheus Henrique e Matheus Pereira. Nova disputa? Uma outra posição que pode ganhar disputa nova com a chegada de Leonardo Jardim é a zaga. Jonathan Jesus e Villalba são jogadores da primeira faixa do campo. Jonathan Jesus ganhou espaço nas últimas partidas.
Jovem de apenas 20 anos, o zagueiro tem a chance de se consolidar como titular, após a grave lesão do zagueiro João Marcelo. Nas outras posições, há jogadores mais consolidados como titulares: Cássio (goleiro), William (lateral-direito), Fabrício Bruno (zagueiro), Lucas Romero (volante), Matheus Henrique e Matheus Pereira (meias), Dudu e Gabigol (atacantes).
Revelado nas categorias de base do Cruzeiro, o ex-volante Leandro Salino viveu grandes momentos no futebol de Portugal. Nas temporadas 2005/06 e 2011/12, o meio-campista foi liderado no Camacha e no Braga por Leonardo Jardim e só tem elogios à forma do técnico de ver o futebol, de gerir o grupo e de valorizar cada atleta. “O Leonardo Jardim sempre gostava de jogar no 4-3-3, com dois extremos rápidos e um camisa 9.
Ele sabe a hora de tirar e colocar alguém. Para os atletas mais renomados, como o Cruzeiro tem agora, ele costuma dar muita liberdade. Ele ouve muito os jogadores no dia a dia, embora tenha a sua opinião própria e dê a última palavra. A última decisão é dele. Mas, antes de tomar uma decisão, ele ouve muito os jogadores sobre as possibilidades de jogo.



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