O Cruzeiro terá mais um técnico português em sua história. Leonardo Jardim, anunciado com contrato até o fim de 2026, teve passagem pelo handebol, foi técnico de um time feminino de futebol e foi apontado como alvo de clubes brasileiros nos últimos anos, após surgir com protagonismo no Mônaco, da França. + ? Clique aqui e siga o canal da torcida do Cruzeiro no WhatsApp! Mais notícias do Cruzeiro Novo técnico do Cruzeiro, Leonardo Jardim revelou Mbappé e teve dobradinha com Abel Ferreira Matheus Pereira nega rusga com Jardim por discussão na Arábia: "Resolvemos" Além do Gabigol: saiba quem também pode reforçar o Cruzeiro em 2025 Leonardo Jardim tem 50 anos e, como não construiu carreira como jogador, tem experiência de quase 30 anos nos bastidores do futebol. Mas o esporte da bola nos pés não é o único pelo qual passou o técnico nascido na Venezuela, filho de imigrantes portugueses. Antes de começar de fato a carreira como treinador de futebol, Leonardo Jardim comandou também uma equipe de handebol em uma cidade da Ilha da Madeira, onde foi criado pelos pais portugueses, após nascer na Venezuela e se mudar cedo ao país europeu. Também na Ilha da Madeira, o treinador iniciou sua formação com intuito de criar uma trajetória no futebol. Formou-se em Educação Física e Desporto, deu aulas para crianças e passou pelo futebol feminino, antes de começar a trabalhar com categorias de base. Torcedor do Cruzeiro, você aprova a contratação do técnico Leonardo Jardim? VOTE AQUI O início em equipes profissionais se deu há 22 anos, com o Camacha, clube fundado em 1978, também na Ilha da Madeira. À época, a equipe disputava torneios do segundo escalão do sistema de competições nacionais – hoje está na Quarta Divisão do primeiro escalão português –. Jardim ficou por três temporadas no clube, de onde saiu para o Chaves, que estava no mesmo patamar do Camacha. O trabalho em equipes de baixíssimo investimento e presentes em ligas semiprofissionais de Portugal foi valorizada pelo técnico em entrevista ao site da UEFA, quando estava no Mônaco. - Todos esses momentos, seja na aquisição de conhecimento ou de treinar equipes em outras divisões, me ajudaram a ter melhor compreensão do jogo, a compreender melhor a minha profissão e a tomar decisões. O primeiro salto na carreira aconteceu na temporada 2009/2010, quando chegou à divisão de acesso portuguesa para assumir o Beira-Mar. Conseguiu acesso com título e, em 2011, chegou ao Braga, chamando de vez atenção do mercado com campanha de terceiro lugar na primeira divisão de Portugal. À época, o time chegou a engatar 14 vitórias consecutivas na competição. O passo seguinte da carreira foi no Olympiakos, da Grécia. Foram apenas 24 partidas, mas com 18 vitórias – uma delas sobre o Arsenal, na Liga dos Campeões – e a conquista da Copa da Grécia e da Liga Grega. Retornou a Portugal para trabalhar no Sporting, onde não teve tanto sucesso. Contratado pelo Mônaco, viveu o auge da sua carreira. Foram cinco anos seguidos no cargo, conquistando o título francês e desbancando o já bilionário PSG (de Thiago Silva, Marquinhos, Lucas Moura, Di Maria e Cavani), na temporada 2016/2017. Naquele mesmo ano, foi semifinalista da Liga dos Campeões, comandando M’bappé, Bernardo Silva, João Moutinho e Radamel Falcão. Ele foi demitido pelo clube na temporada 2018/2019, mas retornou poucos meses depois para uma passagem relâmpago, antes de iniciar a trajetória no Oriente Médio, onde treinou Al Hilal, Al Ahli, Al Rayyan e Al Ain, antes de chegar ao Cruzeiro. Mas, durante esse tempo, despertou interesse de outros brasileiros. Brasileiros de olho Em meio aos sucessos de Jorge Jesus, principal técnico português no futebol brasileiro após passagem pelo Flamengo em 2019, Leonardo Jardim passou a ser a “sensação” lusitana para dirigentes em busca de treinador para grandes equipes do país. O próprio Flamengo teve Jardim como principal alvo definido. Ele foi um dos nomes buscados pela diretoria na substituição de Jorge Jesus, em 2020. À época, ele sinalizou que não tinha interesse de chegar ao Brasil. O nome voltou a ser ventilado no clube dois anos depois, após passagem frustrada de Paulo Sousa. Mas, antes de Paulo ser demitido, Jardim fechou com o Al Ahli. Também no período em que despertou interesse do Flamengo, o treinador surgiu como um dos principais alvos do São Paulo, mas foi para o Al Hilal, que à época contava com Matheus Pereira, hoje camisa 10 do Cruzeiro. Outro clube que teve Jardim na lista de técnicos buscados foi o Corinthians, em meados de 2022, após demissão de Sylvinho. O clube descartava técnico brasileiro, mas não chegou a formalizar proposta a Leonardo Jardim, já que houve acerto com o também lusitano Vitor Pereira. Assista: tudo sobre o Cruzeiro no ge, na Globo e no Sportv
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