À espera de um novo treinador – e com negociações encaminhadas para ter Leonardo Jardim –, o Cruzeiro cumpriu com a obrigação. Goleou o frágil Itabirito, com placar de 4 a 1 construído por meio de uma atuação leve e com brilho de Gabigol. Respiro importante em um turbulento momento. + ? Clique aqui e siga o canal da torcida do Cruzeiro no WhatsApp! Mais notícias do Cruzeiro
Além do Gabigol: saiba quem reforça o Cruzeiro em 2025 Gabigol desencanta no Cruzeiro com hat-trick: "Coração azul" Gabigol celebra retorno de Neymar: "Que seja muito feliz, menos contra o Cruzeiro" Fernando Diniz foi demitido na segunda-feira. Coube a Wesley Carvalho treinar o time diante do Itabirito. O interino, que comandou só duas atividades com o time titular, manteve a espinha dorsal e contou com boas atuações individuais para construir o resultado. O auxiliar fixo, que esteve no clube na reta final do trabalho de Fernando Seabra e acompanhou toda a trajetória de Diniz, só trocou duas peças da equipe, ambas por questões físicas. Saíram Marlon e Kaio Jorge, entraram Kaiki e Marquinhos, respectivamente. Coletivamente, nem havia tempo para muitas mudanças, mas houve algumas, principalmente pelo estilo do técnico anterior ser tão autoral.
O Cruzeiro continuou saindo de pé em pé desde Cássio, mas sem posicionar Romero entre os dois zagueiros e também sem a obrigatoriedade de acumular peças em um curto espaço de campo. O Cruzeiro conseguiu encaixar bem o jogo contra a exposta defesa do Itabirito, que tentava, sem sucesso, marcar com todo o time em seu campo. Os ataques se concentraram em Dudu, pela esquerda, e o gol logo aos 13 minutos ajudou a destravar o jogo. Não só pela necessidade de o adversário sair um pouco de trás, mas também para diminuir o peso de buscar por tanto tempo uma vantagem contra um rival fechado e reconhecidamente limitado. Dali em diante, o jogo ganhou ritmo de treino para o Cruzeiro, que tinha facilidade para retomar a posse e criava principalmente através das movimentações de Matheus Pereira, Gabigol e Marquinhos, com trocas de posições e infiltrações explorando as costas da defesa adversária. Dudu, pela esquerda, foi eficiente em jogadas individuais e nas aproximações com Kaiki, Gabi e Matheus Pereira. Com dois pênaltis, uma roubada no campo de ataque (todos com Gabigol) e uma cabeçada certeira (de Marquinhos, após passe de Matheus Pereira), construiu o placar que precisava no primeiro tempo: 4 a 0. Se tivesse caprichado um pouco mais nos passes finais, seria ainda mais elástico.
No segundo tempo, o Cruzeiro levou um gol logo aos dois minutos, após pênalti infantil de Kaiki. Tirou o pé do acelerador no ataque, não teve a mesma fluência na saída de bola e até cedeu chances ao adversário na reta final, sofrendo em excesso pelo lado esquerdo, com Bruno Menezes para cima de Villalba. Além da tranquilidade do placar, talvez a parte física tenha pesado. É injusto atrelar a vitória à saída de Fernando Diniz. Primeiro, porque o adversário tem sérias limitações. Segundo, porque não houve tempo sequer para mudanças bruscas de filosofia e estilo de jogo. Mas, é fato: o Cruzeiro fez o básico de forma bem-feita e cumpriu com sua obrigação: venceu e voltou à liderança do grupo. Para além do resultado, ficam como pontos positivos os primeiros bons indícios dados por Dudu e o fato de Gabigol ter desencantado. Afinal, os dois são os principais reforços para 2025. E, agora, com a troca no comando técnico, a responsabilidade para o elenco aumenta, com dois clássicos e o afunilamento da fase de grupos do Mineiro batendo à porta. Assista: tudo sobre o Cruzeiro no ge, na Globo e no Sportv



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