Fernando Diniz teve uma passagem muito curta como treinador do Cruzeiro, sendo demitido após apenas quatro meses no cargo. Esta demissão é a mais precoce de um treinador do clube no início de uma temporada no século XXI, o que representa um recorde interno nos últimos 24 anos. Seu desempenho, marcado por tropeços no Campeonato Mineiro, resultou em sua saída do time após apenas cinco jogos, entre amistosos e oficiais, em um período de 27 dias.
Antes de Diniz, o recorde de demissão mais precoce pertencia a Vanderlei Luxemburgo, que deixou o Cruzeiro em 27 de fevereiro de 2004, após 11 partidas no comando. Outro exemplo foi a saída de Adilson Batista em 15 de março de 2020, que havia conseguido quatro vitórias, quatro derrotas e quatro empates. Ambos os treinadores não conseguiram manter a confiança da diretoria, o que resultou em suas demissões no início de temporadas.
Diniz foi contratado em setembro de 2023 com a missão de conquistar a Copa Sul-Americana e garantir uma vaga na Copa Libertadores, porém, seu estilo de jogo autoral não emplacou no Cruzeiro. Mesmo com a pressão e os maus resultados, ele permaneceu no cargo para a temporada seguinte, mas acabou sendo demitido devido aos desempenhos ruins e resultados inesperados no início de 2025, com um aproveitamento de 35% após 20 partidas.



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