Um torcedor cruzeirense identificado como Hugo, integrante da torcida Máfia Azul de Lagoa Santa-MG, recebeu alta nesta sexta-feira (15), no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, após 19 dias de internação e tratamentos. Ele foi uma das vítimas da emboscada da organizada Mancha Alviverde, ligada ao Palmeiras, ocorrida em 27 de outubro , na Rodovia Fernão Dias (BR-381), na altura do município paulista de Mairiporã. Torcedor identificado como Hugo deixou o Hospital João XIII com vários ferimentos na cabeça Leonardo Santos/imagens gentilmente cedidas à Itatiaia O integrante da Máfia Azul relatou que foi espancado por dezenas de pessoas, com barras de ferro, e quebrou os dois braços, costelas e teve ferimentos na cabeça e em uma das orelhas.
“Quebraram meus dois braços, racharam a minha cabeça. Eu fiquei na frente de uns 40 caras, todos com barras de ferro nas mãos. Eu fiquei desmaiado no chão, e eles ainda deram barradas de ferro na minha cabeça, na minha costela”, contou Hugo a Leonardo Santos , que repassou vídeos com o depoimento à Itatiaia . “Eles só não me mataram, porque não sabiam meu cargo. Se eles soubessem que sou presidente da Máfia Azul de Lagoa Santa, eles tinham me matado”, completou o cruzeirense ao deixar o hospital.
Junto de outros 16 feridos na emboscada, Hugo foi levado inicialmente para o Hospital Municipal Anjo Gabriel, em Mairiporã, e depois para um Hospital de Franco da Rocha-SP. Mas, por questão de segurança, ele preferiu ser transferido para Belo Horizonte. “Teve o atendimento em São Paulo. No dia 27 eu dei entrada no hospital. Mas como a Mancha Alviverde começou a rondar o hospital, nós preferimos completar o tratamento do Hospital João XXIII, em BH. Graças a Deus estou tendo alta hoje e estou indo pra casa”, declarou.
Morte durante a emboscada Um torcedor do Cruzeiro foi assassinado durante a emboscada. José Victor Miranda, de 30 anos , era de Sete Lagoas e fazia parte da caravana que voltava do jogo entre Athletico Paranaense e Cruzeiro, em Curitiba. Alguns torcedores do Cruzeiro tiveram queimaduras graves, uma vez um ônibus foi inteiramente incendiado. Outro veículo que transportava os torcedores ficou parcialmente destruído. As investigações acerca da emboscada da Mancha Alviverde prosseguem sob a responsabilidade da Polícia Civil de São Paulo e do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (GAECO) , órgão ligado ao Ministério Público de São Paulo.



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