Transformado em SAF em dezembro de 2021, o Cruzeiro chega à sexta troca de comando técnico na nova era, a primeira na gestão do empresário Pedro Lourenço. Fernando Seabra deixou o clube, com Fernando Diniz assumindo a posição para o restante da temporada 2024 e para um contrato até o fim do próximo ano. + ? Clique aqui e siga o canal da torcida do Cruzeiro no WhatsApp! Notícias do Cruzeiro Contratações do Cruzeiro: veja chegadas e saídas Novo técnico do Cruzeiro, Diniz detalha papel de Cássio, revela pai cruzeirense e quer "potencializar" meia Diniz é o sexto técnico efetivado na era SAF. Desde que a era foi iniciada com Ronaldo Fenômeno, apenas o uruguaio Paulo Pezzolano conseguiu ficar uma temporada inteira, a primeira de 2022, quando a Raposa foi campeã da Série B e voltou a estar numa final de Estadual. Ele assumiu o cargo deixado por Vanderlei Luxemburgo, que não teve o contrato continuado da passagem da associação para SAF. A dança das cadeiras começou em 2023 e com o próprio Paulo Pezzolano. Após um Campeonato Mineiro irregular, sendo eliminado nas semifinais e com a sinalização de que não gostaria de permanecer no clube, Pezolano deixou o cargo. O português Pepa foi o escolhido pela gestão de Ronaldo. O treinador até começou bem o Campeonato Brasileiro, figurando entre os primeiros lugares, mas não conseguiu manter o rendimento. Ao todo, o treinador comandou o Cruzeiro em 25 partidas em cinco meses. Foram sete vitórias, oito empates e 10 derrotas, com aproveitamento de 38%. Zé Ricardo foi o nome escolhido, mas durou dois meses. Deixou o Cruzeiro próximo da zona de rebaixamento do Brasileirão. Teve 36,66% de aproveitamento em 10 jogos. Foram três vitórias, cinco derrotas e dois empates. Faltando seis jogos para o fim, o Cruzeiro optou por uma comissão técnica interina com a dupla Paulo Autuori e Fernando Seabra, então treinador do Sub-20. A comissão fez a Raposa escapar da queda e ainda garantiu uma vaga na Conmebol Sul-Americana. Não foi o suficiente para Seabra ser efetivado para 2024. Ainda com Ronaldo, o Cruzeiro acertou com o argentino Nicolás Larcamón, mas que também durou pouco tempo. Eliminado na primeira fase da Copa do Brasil e após a derrota na final do Mineiro para o Atlético-MG, o argentino durou pouco mais de três meses e deixou o clube. A solução foi trazer Fernando Seabra, que estava no time B do Bragantino. Seabra apresentou bons resultados até o começo de agosto. Fez uma campanha de recuperação na Copa Sul-Americana, chegando até as quartas de final (venceu o Libertad por 2 a 0 no primeiro jogo da fase) e ainda colocou o Cruzeiro nas primeiras colocações do Brasileiro. Em pouco mais de cinco meses de trabalho, Fernando Seabra comandou a equipe em 35 partidas, com 17 vitórias, 10 derrotas e oito empates. Assista: tudo sobre o Cruzeiro no ge, na Globo e no Sportv



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