O Cruzeiro poupou grande parte dos titulares e empatou sem gols o Cuiabá, vice-lanterna do Campeonato Brasileiro. Conseguiu dosar a parte física pensando no Libertad, pela Sul-Americana, mas perdeu uma chance importante de voltar ao G-6 do torneio nacional. Em função dos outros resultados, o prejuízo na tabela foi pequeno, mas o peso real será visto somente a médio prazo. + ? Clique aqui e siga o canal da torcida do Cruzeiro no WhatsApp! Notícias do Cruzeiro Contratações do Cruzeiro: veja chegadas e saídas Seabra explica time mesclado e utilização de jogadores criticados Fernando Seabra decidiu começar com mais de meio time reserva na Arena Pantanal. Todos os setores foram alterados, assim como o esquema, que teve três zagueiros. Coletivamente, seria difícil o resultado ser positivo diante de uma base tão alterada e com escolhas individuais por jogadores que ainda buscam ritmo ideal de jogo. Jonathan Jesus e Fabrizio Peralta ganharam as primeiras oportunidades de início, Gabriel Veron fez apenas o terceiro jogo após dois meses ausente por lesão, enquanto Mateus Vital não começava como titular desde abril. Além do desentrosamento, havia mais fatores que poderiam atrapalhar. O Cuiabá é um time frágil, o que é demonstrado por todos os números do Campeonato Brasileiro. Mas o Cruzeiro, sem Matheus Pereira (cérebro do time), Matheus Henrique (meia de transição forte) e com esquema diferente daquele que tinha conseguido agredir o Libertad, pouco incomodou o vice-lanterna do Campeonato Brasileiro. Muito pelo contrário. Cássio foi o principal nome da equipe, com três defesas importantíssimas no primeiro tempo. O Cruzeiro, a rigor, conseguiu incomodar apenas com Kaio Jorge, em escapada inteligente para receber lançamento do goleiro na primeira etapa. Os minutos finais do segundo tempo foram bons, coletiva e individualmente, contando com pelo menos duas chances desperdiçadas, mesmo com um jogador a menos em campo. Mas o cenário era outro, de alguns titulares a mais em campo, o que demonstra que o Cruzeiro teria grandes chances de vencer com o time principal. Fernando Seabra deu os argumentos para as mexidas na equipe. Não há como negar a importância da decisão contra o Libertad, nem a dificuldade em lidar com um desgaste causado por dois jogos seguidos em altas temperaturas, menos ainda a alta minutagem de algumas peças do elenco, como Matheus Pereira e Lucas Romero. Mas, ano após ano, o Brasileirão dá recados claros do quanto priorizar torneios de mata-mata é perigoso. Além disso, o trabalho de todos os clubes é visando exatamente que a reta de chegada da temporada seja de “Sprint”, usando o que tem de melhor quase sempre. Afinal, o tempo de recuperação fica cada vez mais curto no torneio nacional e com vários times errando menos que ao longo da competição. Ainda que a vaga esteja em disputa e seja obrigação de todos leva-la dessa forma até o minuto 90 contra o Libertad, o placar de 2 a 0 colocou o Cruzeiro muito próximo da semifinal. É um jogo que exigirá 100% de concentração, intensidade e entrega física, mas ainda há margem de erro dentro do contexto para buscar a vaga, além de o time celeste ser muito superior tecnicamente. Além do mais, elenco e comissão tiveram pausa recente de 15 dias no calendário por conta da Data Fifa. O jogo do Libertad será o quarto (em 12 dias) desde o retorno. É verdade que a média de uma partida a cada três dias é pesada, mas, como dito anteriormente, é momento em que se exige o melhor de cada time, trocando somente o necessário para evitar percalços esportivos que afetam não só o ano atual, mas também o próximo. É verdade, também, que os outros envolvidos em competições internacionais pouparam no final de semana. Mas cada um sabe onde o calo aperta, tanto em qualidade de opções no elenco, quanto em situação na tabela da Série A. Nesse contexto, o empate pode ser analisado como um impacto mínimo, uma vez que igualou a pontuação do Bahia e tirou um de diferença para o São Paulo. Mas, ao mesmo tempo, era chance de ouro para vencer o Cuiabá - como sete equipes já fizeram no Brasileiro -, passar esses dois adversários e se colocar perto até do G-4. Se a vaga para a Libertadores 2025 chegar para o Cruzeiro, seja via Brasileiro ou Sul-Americana, ninguém vai se lembrar do tropeço em Cuiabá. Mas, se tiver insucesso na busca por esse objetivo, o jogo será corretamente apontado como um dos indigestos no caminho. Assista: tudo sobre o Cruzeiro no ge, na Globo e no Sportv



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