Um time com dificuldades na saída de bola, baixo repertório ofensivo e de exposição defensiva. Esse foi o Cruzeiro na derrota para o Internacional por 1 a 0, no Beira-Rio. E o que preocupa para a sequência da temporada é que o filme em Porto Alegre foi repetido em relação a outros jogos ruins no passado recente. + ? Clique aqui e siga o canal da torcida do Cruzeiro no WhatsApp! Notícias do Cruzeiro Contratações do Cruzeiro: veja chegadas e saídas Fernando Seabra vem encontrando dificuldades para fazer o Cruzeiro jogar há um mês e, sem Matheus Pereira, teria ainda mais obstáculos para retomar o nível ofensivo na partida do Rio Grande do Sul. Mas, assim como em outros confrontos, houve erros em todos os aspectos do jogo. Tanto por parte dos jogadores, quanto em questões coletivas. A maior dificuldade que se apresentou desde o início foi a saída de bola, o que obviamente influenciou no volume ofensivo da equipe. O Inter subiu de forma compacta a marcação, “tirou” os meias do Cruzeiro da partida e induziu os zagueiros e laterais a jogarem com bolas longas. Resultado? Dinenno e Lautaro passaram o jogo inteiro focados em disputas físicas. E aí foi onde começou mais um erro recorrente do Cruzeiro numa sequência recente de jogos. Além de não conseguir se aproximar para gerar jogo por passes curtos e movimentações, o time era incapaz de ganhar as segundas bolas. Ou seja: os defensores do Inter ganhavam de Dinenno e Lautaro, e os volantes ficavam com os rebotes para iniciarem a construção. Matheus Henrique foi utilizado por Seabra para fazer uma função mais adiantada no meio, próximo ao que MP10 faz. Mas não conseguiu. Ficou encaixotado e perdeu o que tem de melhor como meio-campista, enxergando o jogo de frente e produzindo jogadas desde o campo defensivo. A única chance clara do time foi quando tocou a bola por quase um minuto — em um lampejo dos melhores momentos da temporada —, até Lautaro parar em Rochet. Mesmo conseguindo espaço e com um jogo veloz, o Internacional do primeiro tempo esbarrou em erros técnicos e, em parte, nas atuações seguras de Zé Ivaldo e Lucas Villalba em duelos pelo chão, especialmente nas coberturas aos laterais.
Ainda assim, com um pouco mais de qualidade, o Inter teria vencido Cássio antes do intervalo. Se o primeiro tempo foi um jogo tecnicamente ruim, no aspecto geral, o segundo foi de domínio amplo do Internacional. Técnica, tática e fisicamente, o time de Roger Machado engoliu o Cruzeiro, que nem sequer passava do meio-campo. Mesmo empurrado para trás pelo adversário e, portanto, tendo que marcar apenas em metade do campo, o Cruzeiro foi incapaz de tirar os espaços do Inter, que rodava a bola com tranquilidade no setor central e encontrava espaços pelos lados. A bola estava na área o tempo inteiro, e o gol seria questão de tempo. Assim como foi. Borré, que teve espaço para aprimorar a pontaria o jogo inteiro, finalmente acertou e fez o gol da vitória. Na reta final, o Inter recuou, mas o Cruzeiro foi incapaz de pressionar. Ficou fazendo o movimento de limpador de para-brisa na intermediária, enquanto volantes e zagueiros do Inter protegiam a área sem trabalho.
Fernando Seabra faz boas leituras dos jogos. Isso é possível identificar nas entrevistas coletivas. O problema é que, diferentemente do que aconteceu lá atrás, não tem conseguido resolver os problemas na prática. O Cruzeiro não é, nem de longe, o time confiável que foi até a vitória contra o Botafogo, um mês atrás. É natural estar mais visado depois do bom primeiro turno do Brasileirão, mas o Cruzeiro não consegue encontrar mecanismos para sair da estratégia proposta pelo rival. Falta energia e refino técnico dos jogadores em campo, mas é necessário que haja uma melhora coletiva da equipe. O time não vence há quatro rodadas no Brasileiro. A explicação? Não foi superior ao adversário em nenhum desses jogos. Isso tem de ser alerta até mesmo para as decisões contra o Libertad, no fim de setembro. Assista: tudo sobre o Cruzeiro no ge, na Globo e no Sportv



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