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20/8/2024 00:18

Estéphano Djian lamenta expulsão e reclama de falta em gol do Cruzeiro

Estéphano Djian lamenta expulsão e reclama de falta em gol do Cruzeiro

O Vitória teve altos e baixos na noite desta segunda-feira, no Barradão, e somou apenas um ponto na luta contra o rebaixamento no Brasileiro. O Rubro-Negro ficou no empate por 2 a 2 com o Cruzeiro, depois de abrir dois gols de vantagem e ter o zagueiro Neris expulso. O Leão deixou escapar dois pontos já na reta final da partida válida pela 23ª rodada [assista aos melhores momentos no vídeo acima]. Siga o ge Vitória nos Canais do WhatsApp Durante entrevista coletiva após o jogo, o auxiliar técnico Estéphano Djian, que comandou o Vitória na ausência de Thiago Carpini por causa de suspensão, lamentou o resultado e reclamou do lance do segundo gol cruzeirense. - Acho que posso destacar como positivo o desempenho dos jogadores, eles correram bastante. Não queríamos esse empate, pelo tanto que a gente lutou dentro de campo, mas acaba tendo essa dificuldade com um a menos. Os atletas correram. No segundo turno estamos com um aproveitamento bom, duas vitórias, uma derrota e um empate. Já ressaltamos que teríamos que fazer um segundo turno melhor do que o primeiro turno. Fica uma chateação, porque sabemos que no 11 contra 11 a gente iria conseguir mais - iniciou Djian. Em relação ao segundo gol cruzeirense, os rubro-negros reclamaram de mão de Matheus Henrique, no início da jogada, e falta de Dinenno em Léo Naldi, no momento da finalização do atacante. O auxiliar técnico concorda. - Era esse o sentimento dos atletas, mas aconteceu o empate, com direito a esse lance polêmico, como o presidente falou. A gente fica chateado, porque todo mundo que acompanhou a partida viu como foi, se a imagem tivesse sido mostrada iria dar pra ver o toque de mão. Fora o empurrão no Léo Naldi, que desestabilizou o jogador. Fica essa nossa retomada no segundo turno, com os atletas focados e com cabeça boa para enfrentar o São Paulo no Morumbi e sair com resultado favorável - disse Djian. Depois de marcar com Osvaldo e do golaço de Alerrandro, o Vitória fez bom jogo até ter Neris expulso, aos 37 minutos do primeiro tempo. Com isso, Djian sacou Alerrandro e colocou o zagueiro Edu em campo. Na volta para o segundo tempo, Carlos Eduardo substituiu o meio-campista Machado.

Wagner Leonardo briga por espaço contra defensores do Cruzeiro — Foto: Victor Ferreira / EC Vitória
Victor Ferreira / EC Vitória

- Nós precisamos tirar o Alerrandro no primeiro tempo, acabamos sacrificando ele para quando estivéssemos marcando a gente pudesse deixar o Matheusinho centralizado em cima do volante deles e deslocando o Ryller do lado para ter uma sustentação. Quando tivesse a bola, o Matheusinho caía mais pelos lados onde o Cruzeiro deu mais espaços e onde conseguimos criar nossos melhores lances. Na volta para o segundo tempo, deixamos o Matheusinho na direita, onde ele já está habituado a jogar - disse o auxiliar técnico. - O Carlos Eduardo era para uma situação em que a gente tivesse o domínio da bola, já que o Zé Hugo é um cara de muitas bolas longas. Com o Cruzeiro na pressão e muitos chutes nossos para frente, ele, provavelmente, iria ficar correndo sem muito objetivo lá na frente. O Carlos é um cara que consegue sustentar mais a bola, e o Zé Hugo é mais para a saída de bola, por isso deixei ele mais para o final. As mudanças não surtiram o efeito desejado (Léo Naldi, Zé Hugo e Caio Vinícius também entraram em campo). Na reta final da partida, o Vitória sofreu dois gols e quase levou a virada. Pelo menos chegou a 22 pontos e deixou a zona de rebaixamento. Agora, o Leão encara o São Paulo, neste domingo, pela 24ª rodada da Série A. A partida contra o clube paulista está marcada para as 18h30 (de Brasília), no Morumbi. Clique aqui para simular o segundo turno do Campeonato Brasileiro. Confira outros trechos da entrevista coletiva de Thiago Carpini: Saída de Machado - Nossa ideia com o Machado era ter dois jogadores mais posicionais na frente da área, como o Ryller e o Naldi. O Machado tem mais o jogo, mas essa contenção ele não entrega tanto. Saída de Machado [2] - Com um menos, precisamos ficar mais próximos da nossa área, mas o Machado não tem muito essa característica de subir e voltar para linha para pressionar. Por isso optamos pela retirada dele. O Machado é um grande jogador, com boa distribuição e finalização, mas diante do cenário, precisamos tirar ele. Como manter esse nível de atuação? - Acho que isso se atribui hoje ao fato de termos ficado com um a menos, e de novo destaco a luta dos nossos jogadores. Juntando a isso, o Thiago Carpini já veio aqui falar que fizemos outras grande partidas, mas não saímos nem com a vitória, nem com o empate, saímos derrotados. A gente bate muito na tecla de que é importante pontuar, é primordial. Fizemos até uma colocação interna com jogos que poderíamos pontuar melhor, como contra o Corinthians e o Flamengo. O importante é manter essa constância do segundo turno e seguir pontuando até o final do segundo turno para que esses pontos não façam falta. Estratégias contra um São Paulo desfalcado e substituto de Neris - A escalação vamos decidir na semana, o Edu entrou porque é o natural da posição. Isso é o Thiago Carpini quem decide. Falando dessas equipes que mesclam, o Cruzeiro, por exemplo, só veio com três jogadores que não eram titulares, o que a gente pode aproveitar é a falta de entrosamento. Mas a qualidade individual e a qualidade técnica que eles têm é muito alta. Não acaba mudando muito para nós. O que batemos na tecla é que temos que olhar para nós, para o que temos que fazer. Espero que no Morumbi a gente possa ser efetivo e melhorar em relação ao segundo turno para sair com a vitória. Logística de viagens - A logística não muda, a gente tem uma semana inteira para trabalhar, vamos para São Paulo, voltamos, temos uma semana inteira para trabalhar e jogar em casa, depois saímos de novo… Em questão de logística não tem muita dificuldade, não. Mantemos do jeito que sempre foi feito e foi trabalhado. Psicológico para a sequência - Acho que tinha comentado aqui. Claro que quando você toma um gol você dá uma abaixada, depois você volta para o calor do jogo. Os nossos atletas estão muito preparados, sempre pedimos para ter um psicológico bom e temos isso como meta para melhorar cada vez mais. São atletas profissionais, capacitados e que sabem o que temos que fazer lá dentro. Página virada, conseguimos pontuar contra uma equipe muito difícil como o Cruzeiro e vamos tentar criar dificuldade para o São Paulo para sair de lá pontuando ou com uma vitória. Alerrandro pode ter um ânimo a mais? - Claro. O centroavante vive de gols, às vezes quando o gol não sai muito começam a questionar. Mas o Alerrandro tem nossa confiança, acho que vocês sabem do esforço dele, o quanto ele se desdobra pela equipe. Passamos para ele que essas oportunidades iam chegar. É um menino que trabalha muito, espetacular. Espero que ele tire energia desse golaço de hoje e continue nos ajudando.

Estéphano Djian em Vitória x Cruzeiro — Foto: Victor Ferreira/EC Vitória
Victor Ferreira/EC Vitória

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