O duelo entre Palmeiras e Cruzeiro, neste sábado, 21 horas, no Allianz Park, é um dos melhores e mais equilibrados em mais uma rodada do Brasileirão. Óbvio que os anfitriões continuam fortíssimos, começaram a rodada na segunda colocação. Mas não tenho dúvida alguma de que o Cruzeiro conquistou em campo a condição de não poder ser considerado coadjuvante contra qualquer equipe do Campeonato. Eu tenho a sensação de um jogo com toda a pinta de empate, mas se a bola de cristal me dissesse antes de a bola rolar que haveria um vencedor, qualquer um que fosse não me surpreenderia.
Um possível favoritismo inercial do Palmeiras atribuído por alguns se dilui por dois motivos em especial: primeiro, pelo momento da Raposa, que vem de três vitórias consecutivas, com uma performance que nem de longe sugere que seja uma daquelas oscilações positivas comuns nos pontos corridos. E segundo: porque o time de Abel Ferreira não terá seu preciso atacante Estevão, contundido simultaneamente no joelho e no tornozelo. O português tem alternativas. Pode entrar com Felipe Anderson, que na Itália atuava mais pela direita, mas que na estreia rápida diante do Botafogo foi bem pela esquerda.
Pode ainda utilizar Maurício, que mesmo sem a rapidez e o drible de Estevão, compõe muito bem pelo setor direito. Ou, se assim desejar, pode entrar com Dudu pela esquerda e Rony na outra ponta. São todos de fato opções muito boas, mas que neste momento não compensam em 100% o que Estevão é capaz de fazer. E o Palmeiras faz muito bem em cuidar de sua joia.
Depois do Cruzeiro, o time tem dois compromissos, digamos, acessíveis no Brasileiro - contra Fluminense (fora) e Vitória (em casa) -, mas logo na sequência terá de dividir atenções com a Copa do Brasil (duelo gigante contra o Flamengo) e a Libertadores (briga não menos pesada contra o Botafogo). Do lado cruzeirense, a confiança é plena. Mas o jogo diante do Palmeiras será, talvez, o melhor teste para o novo Cruzeiro de Fernando Seabra. E não será o único.
No curto prazo, o time mineiro terá uma sequência difícil. Depois de Verdão, pegará o Juventude em casa (talvez o menos complicado), sai diante do Botafogo, recebe o Fortaleza, e fecha esse recorte no clássico diante do Atlético-MG. Do ponto de vista individual, a grande atração do time será o reencontro de Cássio com o Palmeiras, a quem enfrentou 35 vezes defendendo brilhantemente o Corinthians - com equilíbrio, 12 vitórias, 11 derrotas, 12 empates. É jogo que vale muito, inclusive a entrada no G-4 pelo Cruzeiro, numa combinação de resultados.



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