No empate em 0 a 0 com o Vasco, em São Januário , na nona rodada do Campeonato Brasileiro, o técnico Fernando Seabra promoveu a estreia do jovem atacante Arthur Viana com a camisa do Cruzeiro. Com apenas 20 anos, o jogador mostrou personalidade, segurando a bola no ataque, disputando força com os zagueiros adversários e tentando progredir em ações ofensivas na casa do adversário. Na visão do treinador, Arthur Viana conseguiu entregar o que era esperado, mesmo com as dificuldades do confronto contra um Vasco em situação difícil na tabela de classificação. “Tivemos a estreia do Arthur (Viana), primeiro jogo no profissional. Conseguiu competir, conseguiu dar sequência em algumas progressões. A medida que o jogo foi avançando fomos fazendo às trocas”, analisou. Arthur Viana entrou no lugar do atacante Rafa Silva, substituído no intervalo após reclamar de dores no músculo posterior da coxa direita. Revelado nas categorias de base do Cruzeiro, Viana permaneceu em campo durante todo o segundo tempo. Nos 49 minutos no gramado, o jogador tentou se movimentar no setor ofensivo, segurou bolas importantes e teve personalidade. Foram dois os momentos “mais marcantes” do atacante no gramado. O primeiro, aos 10 minutos da etapa complementar, quando puxou um contra-ataque e deu belo passe para Ramiro. Na entrada da área, o camisa 17 dominou, mas chutou muito mal, sem direção e sem perigo para o gol de Léo Jardim. Além desse lance, Viana levou cartão amarelo aos 23 minutos, quando disputou bola com o zagueiro Maicon, e acertou um chute na coxa do vascaíno. Outros “crias” em campo O Cruzeiro terminou o jogo contra o Vasco com quatro jogadores formados em suas categorias de base no campo. Além de Arthur Viana, o volante Japa, o meia Vitinho e o atacante João Pedro ficaram no gramado até o apito final. No geral, o time celeste contou com seis jogadores formados em sua base no jogo. Robert e Lucas Silva foram titulares, mas acabaram substituídos antes do fim do confronto. “Terminamos o jogo com cinco jogadores bem jovens do meio para frente e cinco mais experientes do meio para trás. Enquanto o Vasco buscou uma imposição ainda mais física, de jogo aéreo, colocando dois centroavantes, pesando nossa última linha. A gente conseguiu ser muito eficaz em defender, o que a gente chama de funil, a zona de finalização”, disse Seabra. “O Vasco sempre gera muitas dificuldades para os adversários nesse sentido. A gente mesmo com um time jovem, que muitas vezes tem dificuldade em defender a área, em jogo aéreo, em segunda bola. A gente conseguiu sustentar. E, acredito que tivemos alguma possibilidade de causar dano, de machucar um pouco mais o Vasco nas situações, seja de transição ofensiva, seja de organização quando a gente quebrava essa pressão”, completou.



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