A SAF do Cruzeiro mudou de mãos, mas divulgou o balanço do último ano sob gestão de Ronaldo Fenômeno. Em 2023, no retorno à elite do futebol brasileiro, o clube aumentou em 53% a arrecadação e em 65% a folha salarial. + ? Clique aqui e siga o canal da torcida do Cruzeiro no WhatsApp! Mais notícias do Cruzeiro Contratações do Cruzeiro para 2024: veja quem chega, quem fica e quem vai embora Mattos repete roteiro de janela que forjou time bicampeão brasileiro Perto de acordo definitivo, Matheus Pereira brinca com novo gestor: "Só falta pagar" No ano passado, o gasto total com salários, direitos de imagens, encargos e benefícios foi de R$ 94,7 milhões, o que gera uma média mensal (contando 13º salário) de R$ 7,2 milhões. Em 2022, o gasto foi de 57,4 milhões, com média mensal de R$ 4,4 milhões na Série B do Brasileiro. O aumento com os custos gerais do futebol já estava programado por aquela que agora é antiga gestão do Cruzeiro . Isso porque houve uma reformulação grande no elenco, com intuito de aumentar o nível técnico para disputar a Série A. Indo na mesma direção, a SAF conseguiu aumentar também as receitas operacionais líquidas em relação a 2022, saindo de R$ 146 milhões para R$ 224 milhões, o que representa aumento de 53%, liderado por premiações, patrocínios e venda de jogadores. Em relação às negociações do mercado de jogadores, o Cruzeiro apresentou ganho de R$ 20 milhões. Nesse montante estão as negociações de Geovane Jesus (FC Dallas), Wallissom (Portimonense) e também a venda de mais um percentual dos direitos do atacante Thiago ao Ludogorets. No valor também estão somados mais de R$ 2 milhões referentes ao mecanismo de solidariedade (paga aos clubes formadores de atletas negociados). Neste sentido, o Cruzeiro lucrou com as vendas de Thiago (do Ludogorets ao Brugge), do lateral-direito Arthur (do América ao Leverkusen) e do zagueiro Bruno Viana (do Braga ao Coritiba). Arthur jogou apenas na base do Cruzeiro , antes de se transferir ao Coelho. Salta aos olhos também a diferença de arrecadação com premiações e direitos de transmissão, que saltaram de R$ 28 milhões para R$ 101 milhões. O aumento foi puxado pela disputa da Série A, que garantiu R$ 91,6 milhões ao clube. Em relação aos parceiros comerciais, o Cruzeiro aumentou a arrecadação com patrocínio e publicidade em 50%, saltando de R$ 32 milhões para R$ 48 milhões. Sobre a dívida acumulada do Cruzeiro , no início do mês houve aprovação do balanço contábil da associação civil, que apresentou uma dívida total em queda, somando R$ 973 milhões. A expectativa é de que o montante siga diminuindo em meio aos valores que receberá da SAF, de acordo com o previsto na Lei que rege os clubes-empresas no Brasil. Assista: tudo sobre o Cruzeiro no ge, na Globo e no Sportv



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