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3/5/2024 20:09

Justiça autoriza bloqueio nas contas de dirigentes do Cruzeiro e ex-empresário de jogador.

Justiça autoriza bloqueio nas contas de dirigentes do Cruzeiro e ex-empresário de jogador.

A Justiça de Minas Gerais atendeu ao pedido do Cruzeiro e determinou o bloqueio de R$ 819 mil nas contas de Itair Machado, Wagner Pires de Sá e da Veloz e Moraes Negócios e Consultoria Ltda, empresa que agenciava o goleiro Fábio, hoje no Fluminense.

O processo é referente à renovação do contrato do goleiro, em 2018. À época, houve a assinatura de um acordo que previa pagamento de R$ 900 mil à Veloz e Moraes, a título de intermediação pela ampliação do vínculo com Fábio. O Cruzeiro foi representado por Wagner (então presidente) e Itair (então vice de futebol) no acerto.

No entanto, após divulgação de denúncias de irregularidades e de investigação policial sobre a administração de Wagner Pires de Sá, Fábio prestou depoimento alegando que a renovação mencionada foi acertada diretamente com Itair Machado, à beira de um dos campos da Toca da Raposa, sem presença de qualquer intermediador.

Itair Machado, vice-presidente de futebol, e Wagner Pires de Sá, presidente do Cruzeiro — Foto: Guilherme Macedo
Foto de Itair Machado, vice-presidente de futebol, e Wagner Pires de Sá, presidente do Cruzeiro — Guilherme Macedo

O Cruzeiro acionou a Justiça pedindo a nulidade do contrato assinado com a empresa e também o ressarcimento do valor acordado como intermediação. O bloqueio autorizado pela Justiça tem caráter liminar. A juíza da 5ª Vara Cível de Belo Horizonte cita tentativas frustradas de bloqueios em outros processos contra Itair e Wagner para sustentar a decisão atual. A liminar ainda ordena que, em caso de restrição frustrada nas contas bancárias do trio, sejam realizados bloqueios de veículos sob titularidade deles.

O ge procurou a defesa de Wagner Pires de Sá, mas não obteve retorno. Em contato com a reportagem, o representante de Itair Machado disse que "por força de vedação firmada em contrato, o escritório promove suas manifestações estritamente nos autos judiciais" . João Sérgio Ramalho, sócio da Veloz e Moraes, não quis se manifestar sobre o caso. Assista: tudo sobre o Cruzeiro no ge, na Globo e no Sportv

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