Larcamón subiu às escadas, chegou ao gramado do Mineirão e já sentiu que era um dia especial. Faltando pouco menos de uma hora para enfrentar o Patrocinense, na estreia do Cruzeiro no Gigante da Pampulha, o treinador ganhou forças num contato rápido com a esposa e os filhos, e no calor da torcida. Teve fotos e acenos. Os 3 a 0 só comprovaram a sensação inicial do treinador argentino. + ? Clique aqui e siga o canal da torcida do Cruzeiro no WhatsApp! Mais notícias do Cruzeiro Contratações do Cruzeiro: veja quem chega, quem fica e quem sai Análise: Cruzeiro se impõe em 3 a 0 com insistência e brilhantismo individual, seguindo boa fase Foi a primeira vez que ele comandou o Cruzeiro no Mineirão e a primeira vez que esteve no estádio. Larcamón estava ansioso. Havia confidenciado um dia antes ao ge. Teve seu “batismo” numa sexta, início de Carnaval, e com vitória no Gigante da Pampulha. Na apresentação à torcida, o técnico de 39 anos expôs seu DNA à beira do campo. Assobios, reclamações, acenos e palmas. Reações constantes de um treinador que raramente fica sentado no banco de reservas. Larcamón é assim. Com um mês de Cruzeiro , já mostrou que não é espalhafatoso, mas intenso nos 90 minutos. Contra o Patrocinense, foi decisivo no primeiro gol. Insistiu diversas vezes com Marlon para que o lateral avançasse e se juntasse aos atacantes para, porventura, receber um lançamento. Deu certo no fim do primeiro tempo com o gol do lateral. Larcamón varia momentos durante as partidas. Ora mais calmo: braços cruzados, olhar observador e parado na área técnica. Ora inquieto: anda de um lado para o outro, assobia para algum jogador (marca registrada em todas as partidas até agora) ou reclama com a arbitragem. Quando gosta de uma jogada, bate palmas e olha para o banco de reservas em um aceno aos companheiros de comissão técnica. No gol, festejo sem grande alarde, mas sempre junto dos membros da comissão. No primeiro, ainda acenou para a arquibancada. Larcamón teve o primeiro contato com o Mineirão, com grande parte da torcida e com o gosto de levar o Cruzeiro à vitória. O estádio faz parte da identidade que pretende construir no time. - Mineirão, sem torcida, não é o Mineirão. Precisamos dessa comunhão com nossa torcida, porque eles também jogam. Tem a ver com nossa identidade que estamos construindo, e precisamos da torcida, principalmente no Mineirão. Temos uma oportunidade, na quinta, de continuar construindo esse vínculo - disse o treinador. No 3 a 0 sobre o Patrocinense, Larcamón teve a presença da esposa e dos dois filhos na arquibancada. Eles já haviam estado na Arena do Jacaré. A família é um pilar estrutural na vida do treinador argentino. Como gosta de dizer o ex-postulante a arquiteto, é de tijolo a tijolo que se constrói um time e uma identidade. E, com os 3 a 0, o treinador ampliou a base do seu trabalho no Cruzeiro completando 30 dias de clube. Assista: tudo sobre o Cruzeiro no ge, na Globo e no Sportv
Larcamón subiu às escadas, chegou ao gramado do Mineirão e já sentiu que era um dia especial. Faltando pouco menos de uma hora para enfrentar o Patrocinense, na estreia do Cruzeiro no Gigante da Pampulha, o treinador ganhou forças num contato rápido com a esposa e os filhos, e no calor da torcida. Teve fotos e acenos. Os 3 a 0 só comprovaram a sensação inicial do treinador argentino. + ? Clique aqui e siga o canal da torcida do Cruzeiro no WhatsApp! Mais notícias do Cruzeiro Contratações do Cruzeiro: veja quem chega, quem fica e quem sai Análise: Cruzeiro se impõe em 3 a 0 com insistência e brilhantismo individual, seguindo boa fase Foi a primeira vez que ele comandou o Cruzeiro no Mineirão e a primeira vez que esteve no estádio. Larcamón estava ansioso. Havia confidenciado um dia antes ao ge. Teve seu “batismo” numa sexta, início de Carnaval, e com vitória no Gigante da Pampulha. Na apresentação à torcida, o técnico de 39 anos expôs seu DNA à beira do campo. Assobios, reclamações, acenos e palmas. Reações constantes de um treinador que raramente fica sentado no banco de reservas. Larcamón é assim. Com um mês de Cruzeiro , já mostrou que não é espalhafatoso, mas intenso nos 90 minutos. Contra o Patrocinense, foi decisivo no primeiro gol. Insistiu diversas vezes com Marlon para que o lateral avançasse e se juntasse aos atacantes para, porventura, receber um lançamento. Deu certo no fim do primeiro tempo com o gol do lateral. Larcamón varia momentos durante as partidas. Ora mais calmo: braços cruzados, olhar observador e parado na área técnica. Ora inquieto: anda de um lado para o outro, assobia para algum jogador (marca registrada em todas as partidas até agora) ou reclama com a arbitragem. Quando gosta de uma jogada, bate palmas e olha para o banco de reservas em um aceno aos companheiros de comissão técnica. No gol, festejo sem grande alarde, mas sempre junto dos membros da comissão. No primeiro, ainda acenou para a arquibancada. Larcamón teve o primeiro contato com o Mineirão, com grande parte da torcida e com o gosto de levar o Cruzeiro à vitória. O estádio faz parte da identidade que pretende construir no time. - Mineirão, sem torcida, não é o Mineirão. Precisamos dessa comunhão com nossa torcida, porque eles também jogam. Tem a ver com nossa identidade que estamos construindo, e precisamos da torcida, principalmente no Mineirão. Temos uma oportunidade, na quinta, de continuar construindo esse vínculo - disse o treinador. No 3 a 0 sobre o Patrocinense, Larcamón teve a presença da esposa e dos dois filhos na arquibancada. Eles já haviam estado na Arena do Jacaré. A família é um pilar estrutural na vida do treinador argentino. Como gosta de dizer o ex-postulante a arquiteto, é de tijolo a tijolo que se constrói um time e uma identidade. E, com os 3 a 0, o treinador ampliou a base do seu trabalho no Cruzeiro completando 30 dias de clube. Assista: tudo sobre o Cruzeiro no ge, na Globo e no Sportv
Larcamón subiu às escadas, chegou ao gramado do Mineirão e já sentiu que era um dia especial. Faltando pouco menos de uma hora para enfrentar o Patrocinense, na estreia do Cruzeiro no Gigante da Pampulha, o treinador ganhou forças num contato rápido com a esposa e os filhos, e no calor da torcida. Teve fotos e acenos. Os 3 a 0 só comprovaram a sensação inicial do treinador argentino. + ? Clique aqui e siga o canal da torcida do Cruzeiro no WhatsApp! Mais notícias do Cruzeiro Contratações do Cruzeiro: veja quem chega, quem fica e quem sai Análise: Cruzeiro se impõe em 3 a 0 com insistência e brilhantismo individual, seguindo boa fase Foi a primeira vez que ele comandou o Cruzeiro no Mineirão e a primeira vez que esteve no estádio. Larcamón estava ansioso. Havia confidenciado um dia antes ao ge. Teve seu “batismo” numa sexta, início de Carnaval, e com vitória no Gigante da Pampulha. Na apresentação à torcida, o técnico de 39 anos expôs seu DNA à beira do campo. Assobios, reclamações, acenos e palmas. Reações constantes de um treinador que raramente fica sentado no banco de reservas. Larcamón é assim. Com um mês de Cruzeiro , já mostrou que não é espalhafatoso, mas intenso nos 90 minutos. Contra o Patrocinense, foi decisivo no primeiro gol. Insistiu diversas vezes com Marlon para que o lateral avançasse e se juntasse aos atacantes para, porventura, receber um lançamento. Deu certo no fim do primeiro tempo com o gol do lateral. Larcamón varia momentos durante as partidas. Ora mais calmo: braços cruzados, olhar observador e parado na área técnica. Ora inquieto: anda de um lado para o outro, assobia para algum jogador (marca registrada em todas as partidas até agora) ou reclama com a arbitragem. Quando gosta de uma jogada, bate palmas e olha para o banco de reservas em um aceno aos companheiros de comissão técnica. No gol, festejo sem grande alarde, mas sempre junto dos membros da comissão. No primeiro, ainda acenou para a arquibancada. Larcamón teve o primeiro contato com o Mineirão, com grande parte da torcida e com o gosto de levar o Cruzeiro à vitória. O estádio faz parte da identidade que pretende construir no time. - Mineirão, sem torcida, não é o Mineirão. Precisamos dessa comunhão com nossa torcida, porque eles também jogam. Tem a ver com nossa identidade que estamos construindo, e precisamos da torcida, principalmente no Mineirão. Temos uma oportunidade, na quinta, de continuar construindo esse vínculo - disse o treinador. No 3 a 0 sobre o Patrocinense, Larcamón teve a presença da esposa e dos dois filhos na arquibancada. Eles já haviam estado na Arena do Jacaré. A família é um pilar estrutural na vida do treinador argentino. Como gosta de dizer o ex-postulante a arquiteto, é de tijolo a tijolo que se constrói um time e uma identidade. E, com os 3 a 0, o treinador ampliou a base do seu trabalho no Cruzeiro completando 30 dias de clube. Assista: tudo sobre o Cruzeiro no ge, na Globo e no Sportv



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