De volta à Série A do Brasileiro após três anos, já dá para cravar que a campanha do Cruzeiro foi marcada por oscilação, mesmo com sete jogos ainda pela frente. Resta um mês para o time definir o calendário de 2024, com possibilidade de alcançar a meta estipulada, mas também sob risco real de rebaixamento.
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O início de Brasileiro do Cruzeiro dava indícios de uma campanha tranquila neste retorno à elite nacional. Com Pepa em começo de trabalho na Toca, o time venceu quatro das seis primeiras rodadas e figurou até na terceira colocação.
Aquela era posição que condizia com o rendimento da equipe em campo, mas que não estava no escopo da diretoria para longo prazo. Ainda que a avaliação do trabalho fosse positiva, o clube sabia que passaria por oscilações, e a meta principal seguiu sendo uma vaga na Sul-Americana.
Acontece que as oscilações foram mais recorrentes e também duraram por tempo maior do que deveriam. O Cruzeiro passou por dois longos jejuns de vitórias no Brasileirão e, aos poucos, os times da parte baixa da tabela se aproximaram. Hoje, até a vaga na Sula está sob risco, assim como a permanência na Série A para 2024.
Logo depois da arrancada inicial que colocou o time entre os primeiros colocados, o Cruzeiro ficou mais de um mês sem vencer, somando apenas dois de 15 pontos no Brasileirão. Naquele período, caiu oito posições na tabela: saiu de 4º para 12º lugar.
O setor intermediário foi o mais frequentado pelo time ao longo do Brasileirão, entre o 9º e o 13º lugares, estabilizando-se na zona de classificação à Copa Sul-Americana. E por ali seguiu, mesmo quando ficou outras oito rodadas consecutivas sem vencer. Com apenas cinco pontos somados de 24 possíveis, entre as rodadas 15 e 22, ficou na 13ª posição.
Ainda que a colocação na tabela tenha sido estável ao longo desse período de três vitórias em 16 rodadas, a distância para a zona de rebaixamento foi sumindo ao longo do tempo. Pepa foi demitido em meio aos resultados ruins, e Zé Ricardo assumiu o Cruzeiro a quatro pontos do Z-4.
— Foto: Gilson Lobo/AGIF
— Foto: Gilson Lobo/AGIF
Em nove jogos pelo Cruzeiro , Zé Ricardo conquistou três vitórias, dois empates e quatro derrotas, com 40,7% de aproveitamento. Neste período, chegou a ficar quatro rodadas sem vencer e se viu a um ponto da zona de rebaixamento. Recuperou-se com vitórias sobre Atlético-MG e Bahia, ganhou respiro, mas novas derrotas levaram a equipe para a 17ª posição, a pior no Brasileiro.
O Cruzeiro terá sete jogos em um intervalo de 26 dias para definir a vida. Média de um compromisso a cada quatro dias. Neste momento, o objetivo mais importante do clube é manter-se na elite para 2024. Mas o clube também tem a definição de que até o 14º colocado vai para a Sul-Americana. Neste momento, a posição é ocupada pelo Santos, que tem um ponto a mais que a Raposa.
O Cruzeiro tem jogos a menos em relação aos adversários, por conta do adiamento do duelo com o Fortaleza, na 30ª rodada. Também foi remarcado o confronto direto com o Vasco, no Mineirão, pela 33ª rodada.



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