10/4/2018 16:22
Investimento campeão
Valeu a pena! Dinheiro investido do Cruzeiro gera resultado direto em título do Mineiro
Foto: Agência i7
Cruzeiro colocou a mão no bolso e, além de contratar sete jogadores na temporada, também teve que investir para manter alguns que ainda tinham contrato, mas foram assediados por alguns clubes. Curiosamente, três destes casos resolveram a situação do time na final do C.
Destaque da decisão por manter o Cruzeiro “vivo” com o gol de honra no primeiro jogo e pelo primeiro gol na vitória por 2 a 0, no Mineirão, Arrascaeta é o caso mais elucidativo. Apesar de ainda ter contrato vigente, passou a ser muito assediado a partir do ano passado. A gestão de Gilvan de Pinho Tavares, por exemplo, rejeitou uma proposta dos Estados Unidos pelo atleta.
Neste ano, com a possibilidade de ser negociado após a Copa do Mundo, Arrascaeta teve o vínculo ampliado até 2021, com opção de renovação por mais um. Entretanto, o mais importante para os cofres do Cruzeiro foi ter aumentado a multa rescisória, que agora é de R$ 120 milhões.
Quem também deixou sua marca, marcando o gol do título mineiro, foi Thiago Neves. Contratação mais cara do Cruzeiro no ano passado, teve propostas do Al Hilal, da Arábia Saudita, no começo do ano, descartando R$ 11 milhões na primeira proposta - e, depois, também rejeitando aceitar o pagamento da multa contratual, que gira em torno de R$ 32 milhões.
O meia, aliás, já fez valer o investimento na campanha do título da Copa do Brasil do ano passado, quando foi responsável pelos pênaltis decisivos contra Grêmio, na semifinal, e Flamengo, na decisão.
Outro jogador que teve participação efetiva na final foi o lateral Edilson. Após uma longa negociação com o Grêmio, o Cruzeiro acertou a contratação do então titular no atual campeão da Libertadores, cedendo em troca os meias Alisson e Thonny Anderson - este último por empréstimo.
Cruzeiro colocou a mão no bolso e, além de contratar sete jogadores na temporada, também teve que investir para manter alguns que ainda tinham contrato, mas foram assediados por alguns clubes. Curiosamente, três destes casos resolveram a situação do time na final do C.
Destaque da decisão por manter o Cruzeiro “vivo” com o gol de honra no primeiro jogo e pelo primeiro gol na vitória por 2 a 0, no Mineirão, Arrascaeta é o caso mais elucidativo. Apesar de ainda ter contrato vigente, passou a ser muito assediado a partir do ano passado. A gestão de Gilvan de Pinho Tavares, por exemplo, rejeitou uma proposta dos Estados Unidos pelo atleta.
Neste ano, com a possibilidade de ser negociado após a Copa do Mundo, Arrascaeta teve o vínculo ampliado até 2021, com opção de renovação por mais um. Entretanto, o mais importante para os cofres do Cruzeiro foi ter aumentado a multa rescisória, que agora é de R$ 120 milhões.
Quem também deixou sua marca, marcando o gol do título mineiro, foi Thiago Neves. Contratação mais cara do Cruzeiro no ano passado, teve propostas do Al Hilal, da Arábia Saudita, no começo do ano, descartando R$ 11 milhões na primeira proposta - e, depois, também rejeitando aceitar o pagamento da multa contratual, que gira em torno de R$ 32 milhões.
O meia, aliás, já fez valer o investimento na campanha do título da Copa do Brasil do ano passado, quando foi responsável pelos pênaltis decisivos contra Grêmio, na semifinal, e Flamengo, na decisão.
Outro jogador que teve participação efetiva na final foi o lateral Edilson. Após uma longa negociação com o Grêmio, o Cruzeiro acertou a contratação do então titular no atual campeão da Libertadores, cedendo em troca os meias Alisson e Thonny Anderson - este último por empréstimo.
1332 visitas - Fonte: Globoesporte.com
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