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8/4/2018 12:31

Clássico decisivo entre Cruzeiro e Atlético tem volantes em situações distintas

Com Henrique tenta reconquistar a confiança da torcida enquanto Adílson quer mostrar por que deu a volta por cima, superação é a ordem do dia

Clássico decisivo entre Cruzeiro e Atlético tem volantes em situações distintas
Henrique e Adílson vivem momentos distintos na temporada
Considerados peças-chaves em Cruzeiro e Atlético, os volantes Henrique e Adílson chegam ao jogo decisivo do Mineiro de 2018 em momentos distintos. Enquanto o cruzeirense caiu de produção junto com o time, o atleticano subiu e levou os companheiros juntos.



A situação é bem diferente da do começo do ano. Se Henrique, que vem sendo titular da equipe celeste desde que retornou de empréstimo ao Santos, no início de 2013, e usa comumente a braçadeira de capitão, Adílson havia sido relegado a segundo plano pelo então técnico Oswaldo de Oliveira, que o mandou para os EUA com o time B para disputar a Florida Cup.

Agora em baixa, o camisa 8 celeste tenta ajudar a equipe a se reeguer e, ao mesmo tempo, busca afastar as críticas que começam a se tornar expressivas. Para isso, usa toda a experiência adquirida em 14 anos de carreira, feita no Brasil e no exterior – jogou no Japão em 2007.

O próprio técnico Mano Menezes sai em defesa do jogador e do outro volante cruzeirense, Ariel Cabral, que também vem tendo o desempenho questionado. “Muitas vezes, os volantes não conseguem uma marcação mais forte, mesmo sendo bons marcadores. Isso ocorre porque, quando se aproxima, o jogador que está com a bola tem duas opções de passe. Isso ocorreu no primeiro jogo contra o Atlético. Não foi um problema dos volantes”, afirma o treinador do Cruzeiro, que promete exigir mais participação defensiva de outros jogadores, como os armadores.

Prova de que conta com a confiança do comandante é que Henrique, aos 32 anos, vai para 14ª partida em 2018. Ele está atrás apenas do armador Robinho, que tem um jogo a mais, e o mesmo número dos também armadores De Arrascaeta e Rafinha.

Para o meio-campista, o importante é o time não se deixar abater diante das dificuldades. “A equipe já mostrou o potencial, fez grandes jogos, conseguiu viradas. Já superamos muitas coisas e temos de superar mais este momento. Vamos trabalhar e acreditar no nosso trabalho, pois já provamos que temos competência para obter resultados”, declara o volante da Raposa, bicampeão brasileiro, campeão da Copa do Brasil e que pode chegar ao quinto Mineiro pelo Cruzeiro hoje.
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SEM BAIXAR A CABEÇA

No caso de Adílson, também foram 14 jogos, incluindo dois pela Florida Cup. Já títulos, apenas o Mineiro do ano passado, quando foi reserva. Mais em alta do que nunca no Galo, aos 31 anos, ele deixa de lado a vaidade para pensar no coletivo. “Mais importante de tudo é o título. Me preparei bem, com uma programação boa que montamos na semana para me recuperar das dores do outro jogo. Estou preparado para fazer um bom jogo e gostaria muito de conquistar o bicampeonato mineiro”, afirma o jogador, substituído durante o duelo de ida da decisão, quando marcou um gol, devido a dor muscular, e que foi poupado da partida contra o Ferroviário-CE, pela Copa do Brasil.

Também experiente, ele passou cinco anos no futebol russo. Na volta ao Brasil, teve dificuldades, principalmente por causa do calendário bem mais apertado. Porém, já mostrou estar readaptado e pronto para ajudar o Atlético.

807 visitas - Fonte: Super Esportes




compara Adilson com Henrique??? quem é Henrique!

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