Foto: Agencia i7
Empurrado pela torcida, que cantava sem parar no Mineirão, o Cruzeiro foi para cima nos primeiros minutos. Sem um centroavante fixo, utilizando uma linha de três meias com Thiago Neves, Arrascaeta e Rafinha, o Cruzeiro insistia nas bolas alçadas na área, mas não conseguia êxito por, justamente, não ter ninguém de ofício na área. Dedé teve as duas melhores chances em lance de bola parada. Um com a cabeça e outro com o pé. À medida que o tempo foi passando, o Vasco foi acertando a marcação e passando a levar mais perigo ao gol de Fábio. Ao mesmo tempo, o Cruzeiro foi tendo menos domínio da partida. Pelo menos, na bola defensiva, pesadelo no clássico do último domingo, o Cruzeiro se livrou com Dedé em campo.
Não deu outra na volta para a segunda etapa. Sassá entrou em campo na vaga de Rafinha, e o Cruzeiro passou a jogar de novo com um centroavante, como está acostumado. Entretanto, apesar de ter uma referência no ataque, o Cruzeiro não conseguia pressionar. Mas, sim, ser pressionado. Fábio teve que fazer duas defesas em chutes de Paulinho, umas delas no contra-pé. O Cruzeiro respondeu na sequência: Robinho chutou de fora da área. Martín Silva deu rebote, Sassá pegou a bola e tentou de novo, parando no goleiro vascaíno.
Em outra boa chance, Sassá recebeu, após contra-ataque, na cara de Martín Silva, mas novamente parou no goleiro. Precisando do resultado, o Cruzeiro tentou pressionar, mas o psicológico parece ter afetado a equipe, que passou a errar muitos passes.
na hora que ganhar me fala porquê este time não ganha de semana ninguém Egídio não acerta um cruzamento Robinho morto Cabral Henrique tomos fudido