Foto: Cruzeiro/Divulgação
A prioridade na temporada é a Libertadores, e isso o Cruzeiro não esconde. Por isso, desde o final de janeiro, a comissão técnica tomou uma decisão em relação a Thiago Neves: devido ao histórico de lesões na mesma região e as reclamações de dores musculares, um dos principais jogadores da equipe foi retirado dos jogos da equipe no Campeonato Mineiro para estar pronto para a estreia na Libertadores, diante do Racing, no próximo dia 27, na Argentina, pelo Grupo 5 da competição.
Na pré-temporada, o meia reclamou de um desconforto na perna direita. Após o jogo contra o Tombense, passou a reclamar de dores na perna esquerda. Por isso, depois de vencer no Ipatingão, vem fazendo trabalho de reforço muscular voltado para as regiões mais propensas a lesões. Nesta semana, passou a fazer trabalhos físicos em campo. Nos próximos dias, é esperado que ele até comece a trabalhar com bola novamente. Eduardo Silva, preparador físico do clube, detalhou como foi a identificação da necessidade de trabalho.
- Fomos identificando que o Thiago, ao longo da sequência e porque tivemos menos tempo (pré-temporada), começou a sentir mais dores, e essas dores coincidiram com lesões que ele teve em outros momentos. A gente decidiu fazer melhor um ajuste: dar tempo para dar sequência, e ele assimilar o trabalho, para que ele possa, no desenvolvimento do ano, ter uma sequência de trabalho bacana.
- Quando se tem uma lesão muscular, existe uma ruptura e, depois, existe uma cicatrização. Durante a cicatrização, nessa região, há menos irrigação. Quando se tem essa fibrose, a musculatura diminui a elasticidade, e fica muito mais propenso (de lesão). Então, como já tem um histórico, a gente tem que levar em consideração isso aí e trabalhar a musculatura para que possa dar um assessoramento. Tem a questão clínica, que o atleta relata. Vários exames são feitos pelo departamento médico. Nesse conjunto, começamos a ver: ele não tem uma lesão, mas já tem um histórico. Se a gente trabalhar nessa situação que a gente não tem o controle (que é a de jogo), a gente deixa o atleta muito mais vulnerável. Então, o retiramos, fazermos uma programação de trabalho, dentro de controle maior (treinos) para que o atleta possa render muito mais - explicou Eduardo.
Esse negócio de jogador prá jogar de vez em quando, fica muito caro, e ele não é isso tudo que acham. Jogador é pago para jogar, será que ele não fica com vergonha diante dos companheiros.
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