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1/1/2018 11:23

Nova era: Wagner Pires de Sá toma 'posse oficial' como presidente do Cruzeiro e já terá cinco grandes desafios na temporada 2018

Economista terá missões importantes no primeiro ano de mandato

Nova era: Wagner Pires de Sá toma posse oficial como presidente do Cruzeiro e já terá cinco grandes desafios na temporada 2018
Nova era: Wagner Pires de Sá toma “posse oficial” como presidente do Cruzeiro e já terá cinco grandes desafios em 2018



Embora o evento de posse simbólica tenha sido no último dia 15, Wagner Pires de Sá só assume oficialmente suas funções no Cruzeiro nesta segunda-feira. Mesmo que já esteja utilizando uma sala na Toca da Raposa II, só agora ele terá oportunidade de ter acesso irrestrito aos documentos sobre a vida do clube. O sucessor de Gilvan de Pinho Tavares inicia seu mandato já com cinco grandes desafios nos âmbitos esportivo e administrativo do Cruzeiro. Vamos a eles:

Reorganizar situação financeira do Cruzeiro



A vida financeira do Cruzeiro foi exposta nos últimos meses e assustou: só na Fifa, em se tem informações mais precisas, a dívida alcança quase R$50 milhões (as compras de Arrascaeta, Riascos, Caicedo e Ábila - que estão na foto - ainda não foram quitadas integralmente). Economista e empresario, Wagner Pires de Sá precisará usar de sua experiência e trabalhar para buscar recursos num cenário de recuperação financeira do país, mas ainda de crise econômica global. Tem nos contratos com a televisão e nos acordos de patrocínio (a Caixa já mostrou interesse em manter a parceria), os meios mais seguros de aumentar a receita. Mas tem num certo projeto a esperança de dar um salto ainda maior nas finanças. É justamente esse o segundo grande desafio...

Criar estratégias para o programa de sócio-torcedor



Ciente da necessidade de aumentar receitas e fazer crescer o programa de sócio-torcedor, Wagner anunciou, como uma de suas primeiras medidas, a contratação de Marco Antônio Lage, novo vice-presidente executivo. Será esse o profissional responsável por montar uma estratégia de recuperação do programa. Na última transição de temporadas (2016-2017), o Cruzeiro perdeu cerca de 18 mil associados - saiu de 78 mil para 60 mil. Hoje tem cerca de 65 mil. Em 2018, a disputa da Libertadores deverá ser um atrativo a mais para reconquistar o torcedor.

Ganhar o Mineiro depois de quatro anos sem troféu



No âmbito esportivo, o primeiro grande objetivo do ano será voltar a conquistar o Campeonato Mineiro depois de quatro anos. Apesar dos múltiplos troféus nacionais (dois Brasileiros e uma Copa do Brasil), a gestão de Gilvan de Pinho Tavares deixou a desejar regionalmente. O último caneco do Estadual foi levantado em 2014. Desde então, a Raposa parou duas vezes em semifinais e acabou derrotada pelo arquirrival Atlético na última edição do torneio. Em 2018, o clube entra como favorito não só pelo futebol apresentado na reta final de 2017, mas pela boa janela de transferências em comparação ao seu principal rival.

Conquistar o tricampeonato da Copa Libertadores



Esse, sem dúvidas, é o desafio mais difícil de Wagner Pires de Sá em seu primeiro ano de gestão: voltar a conquistar a Copa Libertadores depois de 21 anos de Cruzeiro na fila. A manutenção do grupo campeão da Copa do Brasil (só deixaram o clube o lateral-esquerdo Diogo Barbosa e o volante Hudson), aliada aos reforços de Edílson, Bruno Silva, Fred e outros dá esperanças ao torcedor de que é possível levantar a “orelhuda” em 2018. O discurso de Wagner e de seus braços direitos na gestão do clube tem sido nessa linha, de expectativa e trabalho para realizar o sonho.

Unir politicamente o Cruzeiro



Se 2017 marcou a volta do Cruzeiro ao protagonismo do futebol nacional, com a conquista da Copa do Brasil, o ano também marcou a exposição pública de uma turbulência politica nunca antes vista no Barro Preto. Wagner terá como missão unir os conselheiros novamente. Não só seus adversários políticos (ele ganhou o pleito de Sérgio Santos Rodrigues com apenas 35 votos de diferença, 235 a 200), mas também reaproximar o grupo que o apoiou. Dias após o pleito, o então presidente, Gilvan de Pinho Tavares, discordou de decisões do seu aliado e anunciou o rompimento. José Francisco Lemos, então vice, da mesma forma se afastou. Zezé Perrella, que fez campanha para Santos Rodrigues, foi eleito presidente do Conselho Deliberativo e promete ser um fiscal da “era Wagner”.

3051 visitas - Fonte: Super Esportes




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eu vou fazer uma pergunta vão querer ser chato ganhar todos títulos. temos que prioriza título campeonato rural .copa do Brasil e a mais importante libertadores. Vamos fazrr

é tríplice coroa de novo mineiro copa do Brasil libertadores,mas pode vir o brasileiro também que não fãs mal não,

tomara que esse ano ganharemos todos os títulos.

com pás chegaremos lá feliz ano novo Júlio Pedro Leopoldo tv

e isso mesmo deixa o comandante trabalhar

prrela.deixa o homem trabalhar vai cuidar do elicoptero cheio de coca

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