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22/12/2017 08:30

Acertou aqui? Errou ali? Veja avaliação dos reforços do Cruzeiro na temporada 2017

Ao todo, diretoria da Raposa contratou 11 jogadores para este ano; confira análise de cada um deles, quem deu certo e quem deixou a desejar

Acertou aqui? Errou ali? Veja avaliação dos reforços do Cruzeiro na temporada 2017
Em 2017, Cruzeiro conquistou o quinto título da Copa do Brasil (Foto: Agência I7)

A diretoria do Cruzeiro se movimentou bastante no mercado em 2017. Ao todo, o clube fez 11 contratações para a temporada: dois zagueiros, três laterais, dois volantes, um meia e três atacantes. Henrique Fernandes, comentarista da SporTV, avaliou o desempenho de cada atleta que chegou à Toca da Raposa II na temporada, e que terminou com a conquista do pentacampeonato da Copa do Brasil.



APROVADOS

Thiago Neves - “A grande contratação do Cruzeiro na temporada. Útil nas assistências e nos gols marcados, bem adaptado ao sistema de jogo do time, principalmente quando pôde atuar centralizado na linha de três meias. Além disso, escreveu o nome na história do clube com os gols decisivos contra Grêmio e Flamengo nas cobranças de pênaltis”.

Confirmado como reforço do Cruzeiro em janeiro, Thiago Neves marcou 17 gols e deu 14 assistências na temporada (Foto: Rafael Ribeiro/Light Press)

Diogo Barbosa – “Resolveu o problema da lateral esquerda e foi alternativa ofensiva extremamente importante para o time. Se formos indicar um erro na contratação, como um todo, talvez tenha sido a incapacidade da diretoria de acertar a renovação de um dos jogadores mais valorizados do elenco ao final da temporada”.

Lateral-esquerdo foi contratado ao Botafogo e realizou 59 jogos e marcou dois gols com a camisa celeste (Foto: Washington Alves/Light Press)

Hudson – “Alternou entre a titularidade e a reserva, mas supriu bem a ausência de Ariel Cabral, mesmo com característica diferente. Além disso, apareceu de forma decisiva no jogo semifinal contra o Grêmio com o gol de cabeça salvador que levou aos pênaltis. Foi extremamente útil ao longo da temporada e fechou o ano com ótima relação com a torcida”.

Titular na reta final da Copa do Brasil, volante Hudson marcou o gol da vitória no jogo da volta contra o Grêmio, nas semifinais (Foto: Washington Alves/Light Press)

Sassá – “Enquanto esteve em campo, ajudou na questão dos gols, que foi para o que ele foi contratado. A ausência dele na reta final da Copa do Brasil foi sentida, o que comprova a importância que teve em algum momento na temporada. O que pesou negativamente foi a lesão no joelho, que o tirou dos últimos jogos do ano e algumas polêmicas em redes sociais, que só prejudicam a imagem dele e do clube”.

Contratado em junho, atacante Sassá marcou sete gols em 17 jogos com a camisa do Cruzeiro no Campeonato Brasileiro (Foto: Marcos Ribolli)

SEM DESTAQUE

Lucas Silva – “Sempre carregará com ele a expectativa de voltar a ser o Lucas Silva de 2013 e 2014, o que pressiona suas atuações. No ambiente conhecido do Cruzeiro, com uma torcida que lembra com saudade do seu futebol, imaginava-se que Lucas conseguiria reviver seus melhores momentos, mas não conseguiu. E, apesar de uma preferência do Mano por Ariel e Henrique, teve a chance de se firmar com a ausência do argentino por lesão. Ficou atrás de Hudson e Romero”.

Lucas Silva retornou ao Cruzeiro após dois anos na Europa, atuou em 36 partidas e marcou um gol (Foto: Washington Alves/Light Press)

Digão – “Chegou para compor a zaga e cumpriu bem seu papel. Firme, com boa experiência, se mostrou útil ao elenco. Ainda assim, dificilmente terá muito mais espaço em 2018, pelo que mostrou esse ano. Hoje, está atrás de Léo, Manoel e da revelação Murilo. Se considerarmos Dedé, desce ainda mais na fila”.

Zagueiro Digão foi contratado pelo Cruzeiro em julho e atuou como titular em 11 partidas (Foto: Gabriel Duarte)

Galhardo – “Nas poucas vezes em que entrou em campo mostrou a qualidade técnica que já era conhecida e a boa capacidade de apoio ao ataque. Para a não renovação, acabou pesando a questão física, o que torna a passagem dele pelo Cruzeiro apenas mediana”.

Galhardo chegou ao clube em recuperação de cirurgia no joelho e atuou em apenas duas partidas (Foto: Washington Alves/Light Press/Cruzeiro)

REPROVADOS

Caicedo – “Grande frustração entre as contratações para a temporada. Veio valorizado após a Libertadores 2016 e as passagens pela Seleção Equatoriana, teve início razoável no Campeonato Mineiro, mostrando, principalmente, velocidade. Porém, quando a exigência da temporada aumentou, teve muitas dificuldades. Foi muito mal na eliminação na Sul-Americana no Paraguai e por pouco não pesou também em uma eliminação na Copa do Brasil contra o Palmeiras. Saiu por problemas pessoais e não deixa saudades. A adaptação ao futebol brasileiro talvez tenha pesado bastante”.

Kunty Caicedo chegou prestigiado ao clube, no entanto, acumulou falhas no decorrer da temporada (Foto: Rudy Trindade/Light Press)

Lennon – “Um erro de avaliação da diretoria e da comissão técnica, mas com pouco efeito financeiro no clube. Foi mais uma aposta após um bom campeonato estadual no Cruzeiro-RS, do que, de fato, um investimento frustrado. Nas poucas chances que teve, foi mal. Ainda no meio da temporada, Mano desistiu de dar oportunidades ao atleta, utilizando Romero improvisado como opção ao Ezequiel. E olha que Ezequiel esteve ausente muitas vezes...”.

Técnico Mano Menezes utilizou o lateral-direito Lennon em apenas sete partidas nesta temporada (Foto: Washington Alves/ Light Press)

Rafael Marques – “Acho que o que pesou foi a concorrência e a dificuldade, admitida pelo próprio jogador, para atuar como centroavante, que foi a posição em que o Cruzeiro teve mais necessidade em algum momento. Para jogar aberto pelos lados do campo, o Cruzeiro sempre teve melhores opções ao longo do ano, seja de velocidade ou habilidade”.

Jogador de 34 anos não conseguiu se firmar entre os titulares de Mano Menezes, fosse como centroavante ou atuando pelas beiradas do ataque (Foto: Washington Alves/Cruzeiro)

Messidoro – “Outro jogador que teve dificuldades para se impor diante da concorrência no setor. Chegou na negociação de Ábila com o Boca, já com a temporada em andamento, quando é mais difícil buscar espaço no time. Ainda é muito jovem, e essa pouca idade diante de uma oportunidade tão grande quanto jogar no Cruzeiro pode ter pesado bastante”.

Alexis Messidoro chegou à Toca da Raposa em julho, mas defendeu a camisa estrelada em apenas quatro partidas (Foto: Gabriel Duarte)

Careca – “Reforço trazido já na reta final do ano, mais em caráter de teste. Chegou bem credenciado após a Série D que fez no Atlético-AC, mas também sofreu com a fartura de opções no ataque Celeste”.

Atacante de 22 anos defendeu apenas a equipe Sub-23 do Cruzeiro, no Campeonato Brasileiro de Aspirantes (Foto: Gabriel Duarte)

4020 visitas - Fonte: Globo Esporte




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Sassa na reta final da copa do Brasil ? Ele nem pode ser inscrito ???

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