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29/11/2017 13:14

Paz no Cruzeiro

O Cruzeiro precisa de paz. Ou de, ao menos, uma trégua para que esta crise política não respingue no time. Há um continente a ser conquistado na próxima temporada

Paz no Cruzeiro
Bastidores celestes viraram palco de uma batalha em que o maior perdedor é o próprio Cruzeiro / RAMON LISBOA E LEANDRO COURI/ EM DA PRESS

Em uma temporada em que o glorioso time celeste conquistou mais um caneco para sua múltipla e recheada sala de troféus, tudo parecia correr na mais leve tranquilidade. Nada parecia tirar o sorriso do rosto do torcedor cruzeirense ao comemorar o pentacampeonato da Copa do Brasil.

Mas eis que vem a política, com todo o seu poder destrutivo, e acaba com a paz no clube. A eleição para presidente foi logo depois da conquista da Copa do Brasil e, desde então, o que se viu no Cruzeiro foi uma série de notícias negativas envolvendo os dirigentes atuais e futuros.

Por fim, nos últimos dias chegamos ao ponto de vermos o clube celeste parar nas páginas policiais, com ameaças de morte, queixas-crime etc. Coisas que nós, fieis amantes do pavilhão azul estrelado, não estamos nem um pouco acostumados.

Este é um tipo de situação que só suja a imagem do clube perante o mercado, conturbando o ambiente e prejudicando o mais importante neste momento: o planejamento para a próxima temporada.

O Conselho tem o direito legítimo de questionar a diretoria sobre as dívidas do clube e isto deveria ser encarado como um processo natural. Afinal, quem não deve, não teme. Mas estão fazendo disso um cavalo de batalha. Desnecessário. É papel do Conselho fiscalizar e se manter alerta o tempo todo para evitar que a situação se agrave ainda mais. Não apenas agora.

As tais ameaças, se realmente foram feitas, devem ser assunto para a polícia resolver, não para um clube de futebol.

A situação econômica celeste não é boa, mas não indissolúvel. Não é o fim do mundo, amigos. O Cruzeiro tem jeito. Há clubes com a situação muito pior que a nossa e estão por aí, contratando aos borbotões.

O Cruzeiro, através do atual e do futuro presidente, assumiu as dívidas. Wagner Pires de Sá já disse que vai buscar o pagamento destes compromissos, sem abrir mão de manter um time forte e ainda reforçá-lo. Uma engenharia financeira complicada, que vai requerer conhecimento tanto sobre dinheiro quanto de futebol. Mas nada disso será viável se não houver um mínimo de paz.

Itair Machado, o novo vice de futebol, já começa sua gestão no Cruzeiro com a faca no pescoço. Ele tem que responder sobre seu passado e ainda matar um leão a cada dia para conquistar a confiança da torcida. Seus problemas com a Justiça devem ser resolvidos com a Justiça. Desde que isso não prejudique o seu trabalho no futebol do Cruzeiro, segue o jogo.

Amigos, o Cruzeiro precisa de paz. Ou de, ao menos, uma trégua para que esta crise política não respingue no time. Há um continente a ser conquistado na próxima temporada.

Hoje, todos temos que estar do mesmo lado: o do Cruzeiro. Só assim, unidos e buscando um objetivo comum, vamos conseguir superar este momento complicado.

Bandeira branca com cinco estrelas azuis!

#PAZ

1122 visitas - Fonte: Super Esportes




paz muita paz e que o cruzeiro seja forte ano que vem

rola tanto dinheiro que eles não param de brigar

paz e oque estamos precisando.

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