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21/11/2017 18:26

Com Thiago Neves "chutando sapo", Léo lança livro sobre título da Copa do Brasil

Campo com buraco, pedra, formigueiro e "jogo do sapo", o livro "A Quinta Estrela", escrito pelo zagueiro do Cruzeiro, revela bastidores da campanha da conquista celeste

Com Thiago Neves chutando sapo, Léo lança livro sobre título da Copa do Brasil
Pentacampeão da Copa do Brasil, o Cruzeiro tem muita história para contar sobre a campanha que culminou com o título em cima do Flamengo nos pênaltis. E será contada sob o ponto de vista do zagueiro Léo. O livro "A Quinta Estrela", escrito pelo atleta, será lançado nesta terça-feira e traz relatos de diversos momentos da conquista e curiosidades do quinto título celeste na competição.


O zagueiro destacou um dos fatos mais inusitados da trajetória do Cruzeiro: o "jogo do sapo". Ainda na terceira fase da Copa do Brasil, os mineiros venceram o Murici, de Alagoas, por 2 a 0, e o campo do estádio José Gomes da Costa não traz boas lembranças para o meia Thiago Neves.

- O "jogo do sapo" foi contra o Murici. Nós jogamos em um campo muito ruim, tinha formigueiro, muito buraco, muita areia, pedra. E tinha alguns sapos que ficavam no campo. Tem um lance que o Thiago Neves tenta chutar a bola, só que a bola passa em um montinho, ele chuta o vento e cai. Ficamos dando risada dele durante muito tempo, falando que ele chutou um sapo, que ele tinha escorregado e acabou caindo. Ficamos zoando ele por esse jogo do sapo - disse, em participação no "Seleção SporTV".

Léo também revelou que a ideia de escrever um livro sobre a campanha na Copa do Brasil surgiu somente cinco dias depois da conquista do título, a partir do convite de uma editora. E que, por isso, teve que buscar da memória e de vídeos os relatos apresentados no livro.

- A ideia surgiu de um rapaz de uma editora que já produz livros sobre o Cruzeiro. Cinco dias após a conquista da Copa do Brasil, ele me chamou e me fez o convite para escrever e relatar as coisas que nós vivemos durante a Copa do Brasil, já que eu participei de todos os jogos. Eu consegui colocar isso no papel, falando desde a primeira partida da Copa do Brasil lá em Volta Redonda. Fui relembrando, vendo vídeos para recordar alguns acontecimentos, coisas engraçadas, tópicos de algo do vestiário, falas de algumas pessoas. Até algumas coisas curiosas, procurei colocar no livro - disse.

Na opinião do zagueiro, as viradas e os protagonistas inusitados fazem do confronto contra o Palmeiras, pelas quartas de final do
torneio, o jogo mais "maluco".

- O jogo mais maluco foi a decisão contra o Palmeiras. Nós vencíamos o primeiro tempo por 3 a 0, depois tivemos o empate por 3 a 3. E no segundo jogo, tomamos um gol aos 25 minutos do segundo tempo, do Keno, de rebote. Logo aos 39, fizemos o gol do Diego Barbosa, de cabeça, como um centroavante, que não é a posição dele. Foi um jogo muito maluco, de coisas inusitadas - disse.

903 visitas - Fonte: SporTV




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