(Foto: Editoria de Arte)
"Mayday! Mayday! Mayday!". O grito de socorro é famoso nos filmes americanos e é usado prioritariamente em momentos de perigo nos ares. Falta de combustível, problema elétrico ou qualquer pane no avião faz, nos filmes, o comandante gritar por ajuda. O Cruzeiro, no Brasileirão, também sofre com um problema aéreo. É o terceiro time da competição que menos faz gols em jogadas pelo alto. O número defensivo também não é bom. Mais da metade dos gols sofridos pelo Cruzeiro foram em lances aéreos.
Atenção, senhores passageiros: os números do Cruzeiro na bola aérea, no Brasileirão, não são bons (Foto: Gustavo Rotstein)
No ranking de gols marcados em jogadas aéreas, o Cruzeiro só está à frente de Coritiba e Avaí. As equipes mais eficientes no quesito são Chapecoense e Flamengo, que já marcaram 18 vezes assim. O Cruzeiro tem só oito gols construídos pelo alto, o Coxa tem sete, e o Avaí, lanterna do quesito, tem cinco. É válido ressaltar que todo tipo de gol construído por cima é contado: de cabeça, de voleio, bicicleta ou qualquer outro tipo de finalização. Se a assistência foi por cima, está na conta.
Cruzeiro precisa aperfeiçoar a bola aérea defensiva e ofensiva para melhorar os números no Brasileirão (Foto: Agência Estado)
Na bola aérea defensiva, o time de Mano Menezes também não tem um grande desempenho. Já sofreu 12 gols desse jeito no Brasileirão - mais da metade dos 21 sofridos na competição. Está no "meio da tabela" do ranking, na 10ª posição. Curiosamente, a mesma Chapecoense que é líder em gols marcados por cima, é líder em gols sofridos pelo alto: 21. Quem menos tomou gols em jogadas aéreas é o Santos: foram só seis.
No último jogo, porém, o Cruzeiro mostrou que está atento a isso. Se segurou bem na bola aérea e conseguiu se defender de todos os lances de perigo criados pelo alto pelo Bahia. Além disso, resolveu o jogo exatamente assim: por cima. Léo subiu bem após cruzamento de Thiago Neves, em um lance de escanteio, para marcar de cabeça. Na entrevista coletiva após a partida, Mano Menezes comemorou a evolução, destacou que grandes equipes precisam ter a bola aérea como recurso e lembrou o time bicampeão brasileiro do próprio Cruzeiro, em 2013 e 2014.
Lá no alto, de cabeça, Léo marcou o gol da vitória celeste contra o Bahia (Foto: Washington Alves/Light Press)
- Melhoramos, primeiro, defensivamente. Não podemos ficar tomando gols a todo momento de bola aérea. Enfrentamos uma equipe de estatura difícil de se enfrentar, com dois zagueiros altos (Tiago e Lucas Fonseca), mais Rodrigão na frente. Ainda tinha Edson, que é bom no primeiro pau, desde os tempos de Fluminense. A equipe melhorou nesse aspecto. A qualidade da cobrança é fundamental para você fazer gol de bola parada. A bola foi muito bem cobrada (por Thiago Neves), pode ver que o Jean (goleiro do Bahia) não conseguiu sair do gol, atropelamos com três jogadores, e um deles saiu inteiro e conseguiu fazer. Em jogos assim também se ganha com bola parada. O Cruzeiro bicampeão brasileiro, às vezes ia lá na frente, e o Nilton fazia o gol. Dedé fazia de cabeça. E o time era uma máquina de jogar futebol. Mesmo grandes equipes têm que encontrar soluções assim, porque jogos difíceis aparecem em 38 rodadas do Campeonato Brasileiro, e nós temos que encontrar soluções.
Alerta duplamente ligado
Lembra do ranking dos times mais eficientes do Brasileirão em jogadas de bola aérea? Pois é, um deles é o Flamengo, adversário do Cruzeiro na finalíssima da Copa do Brasil. No jogo de ida, no Maracanã, o time de Reinaldo Rueda criou muito perigo nesse tipo de jogada e marcou o gol assim, em um lance de escanteio. Criou outros lances pelo alto que exigiram muito da defesa e de Fábio, que fez boas defesas. E ainda tem um detalhe: o Rubro-Negro não tinha Paolo Guerrero. O centroavante, titular absoluto, estava suspenso. E Vizeu, o centroavante reserva, estava machucado. No Mineirão, o peruano vai jogar, e isso aumenta a força aérea do Flamengo e faz com que o Cruzeiro precise deixar o alerta ainda mais aceso. Precisa colocar a bola no chão, construitr, jogar e marcar gols, claro, mas não pode esquecer da bola aérea. Na final, pode não dar tempo de gritar "Mayday!".
Guerrero é um bom cabeceador e faz a alerta aérea do Cruzeiro ficar ainda mais forte (Foto: André Durão)
Verdade amigo a diretoria do Cruzeiro e fraca ja era pra eles correr atrás se não vamos ser roubado de novo. torcida do Cruzeiro vamos procurar saber qual o hotel que o Flamengo vai ficar e ir todo mundo pra lar e ficar dia e noite soltando bombas e foguetes e não deixar eles quieto
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tem ficar esperto e com os juizes tambem sempre sao mau intencionados contra ,passaram a mao la no rio e vai passar de novo no mineirao ,fomos roubados e nao vi nossa diretoria fazer nada ,ta sujeito daquele ladrao que nos roubo em 2010 ser o arbitro da final ,depois nao adianta chorar que vai ser tarde demais se nossa diretoria nao se posiocionar
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