'Apesar das críticas, insisto: já que estamos vivos naquilo que somos especialistas, é tempo de temperança e de manter a esperança %u2013 ainda que um fio, como em 2000'
Tirando 2003 – ano celeste que é maior do que a centenária história do rival –, nas demais conquistas da Copa do Brasil o Cruzeiro pelejou para vencer. Em 1993, na final, bateu o favoritismo do copeiro Grêmio. Em 1996, nem se fala. O Golias derrubado foi o super Palmeiras, celebrado como o “ataque dos 100 gols”, formado por Rivaldo, Djalminha, Müller e Luizão. E o que dizer de 2000, com o São Paulo de taça nas mãos até o último minuto? Quando Geovanni partiu para a bola, mais do que a pressão de Müller para que chutasse forte e rasteiro, estava em seus pés o fio de esperança contra um semestre desastroso, sem títulos, apesar dos altos investimentos. Para quem não se lembra, o Cruzeiro vinha de derrotas nas finais do Campeonato Mineiro e da Copa Sul-Minas.
Pois bem, relembro tudo isso porque o quadro que se apresenta em 2017 é semelhante aos três citados, em especial a 2000. Tenho conversado com vários cruzeirenses nos últimos dias. Estão todos desanimados, aborrecidos com o desempenho da equipe no ano. E é justo que se sintam assim. O início da temporada deu esperança ao torcedor, que acreditava, com a manutenção do trabalho de Mano Menezes, em um time com o padrão Cruzeiro de qualidade para 2017. Mas veio a perda do Mineiro, a eliminação na Sul-Americana, a campanha irregular no Brasileirão e pronto: foi-se o sonho do cruzeirense de um grande ano.
Culpados? Há vários. Daria para encher a coluna só com erros do técnico, da diretoria e dos atletas. Mas, a isso, vou dedicar apenas um parágrafo. O trabalho de Mano Menezes é, até aqui, decepcionante. Já rompemos agosto e o time segue inconstante, sem identidade, alternando poucos bons jogos com outros tantos ruins. Isso sem falar na indicação de Lennon, na birra com Ábila, na insistência com Caicedo... Quanto à diretoria, além da rara habilidade para péssimas negociações, o que é mais uma marca dos anos anteriores do que propriamente deste, ainda conseguiu esturricar a afamada imagem do Cruzeiro de bom pagador. Vendeu o Ábila para pagar o Ábila. Dos jogadores, não dá para cobrar entrega, raça. Isso não tem faltado. Mas pé na forma dá. Afinal, não é à toa que o Cruzeiro alcançou a vergonhosa marca de terceiro pior aproveitamento dos últimos 10 Brasileiros.
Apesar das críticas, insisto: já que estamos vivos naquilo que somos especialistas, é tempo de temperança e de manter a esperança – ainda que um fio, como em 2000. Neste momento de semifinal de Copa do Brasil, nada de olhar para os lados nem para baixo, onde tem pequeno metido a grande indo à forra na gastança, mas que nem assim consegue um bicampeonato. Cruzeirense inteligente, neste instante decisivo, lança um olhar para a história. Lá onde as páginas heroicas imortais de 1993, 1996 e 2000 dão esperança de boas-novas para 2017.
gente essa diretoria .digo todos.
sao muito encompetente e omissa.
vive pela sorte que deram em 13 e 14 mais nada .com os perrelas o kalil pensava de abrir a boca eles ja tampava .hoge
não estou criticando vossa escrita, porém tem muitos erros de ortografia...
muito bom sabe de tudo a esperança é a última que morre
OLÁ VOCÊ DE TODO BRASIL QUE TEM TV POR ASSINATURA E TEM POUCOS CANAIS E PAGA CARO.
NÓS TEMOS A SOLUÇÃO
LIBERAMOS OS CANAIS E REDUZIMOS A FATURA
INTERESSADOS ZAP 11980799494
muito bom sabe de tuuuuuuudo
OLÁ VOCÊ DE TODO BRASIL QUE TEM TV POR ASSINATURA E TEM POUCOS CANAIS E PAGA CARO.
NÓS TEMOS A SOLUÇÃO
LIBERAMOS OS CANAIS E REDUZIMOS A FATURA
INTERESSADOS ZAP 11980799494