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1/8/2017 14:04

Seca do ataque: Cruzeiro convive com baixo rendimento do setor ofensivo

Com apenas o 15º melhor ataque do Campeonato Brasileiro, time cruzeirense tem encontrado dificuldades para balançar as redes adversárias

Seca do ataque: Cruzeiro convive com baixo rendimento do setor ofensivo
Sem vencer há quatro jogos no Campeonato Brasileiro e há cinco na temporada, o Cruzeiro convive com uma queda de rendimento nas últimas semanas e, por isso, ficou mais longe da briga pelo G-6. Entretanto, durante o período, conseguiu a classificação às semifinais da Copa do Brasil, se garantindo entre os quatro melhores do torneio. Um setor que ilustra o momento é o ataque.

Na Série A, a equipe tem uma das piores médias de aproveitamento de finalização na competição.



Sem vencer há quatro jogos no Campeonato Brasileiro e há cinco na temporada, o Cruzeiro convive com uma queda de rendimento nas últimas semanas e, por isso, ficou mais longe da briga pelo G-6. Entretanto, durante o período, conseguiu a classificação às semifinais da Copa do Brasil, se garantindo entre os quatro melhores do torneio. Um setor que ilustra o momento é o ataque.

Na Série A, a equipe tem uma das piores médias de aproveitamento de finalização na competição.

Em 17 rodadas no Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro é um dos times que mais precisa finalizar para marcar um gol. São 18 gols na competição em um total de 225 finalizações na competição - média de 12,5 finalizações para cada gol marcado. A equipe só é melhor que Vitória (16 gols em 208 finalizações – 13 finalizações para cada gol), Atlético-GO (15 gols em 230 finalizações – 15,33 finalizações em média) e Avaí (170 finalizações e 10 gols - 17 finalizações para cada gol). Todos os três na zona do rebaixamento.

Em termos de números absolutos, o time tem apenas o 15º melhor ataque do Brasileiro, com 18 marcados. Para o meia Rafinha, não é por falta de trabalho que o Cruzeiro tem convivido com a escassez de gols no Campeonato Brasileiro.

- A gente precisa converter as chances. A oportunidade que criar, tem que fazer os gols. Não adianta criar bastante e depois ficar se lamentando para o que aconteceu, não fazer gols. Temos que criar e finalizar melhor para conseguir a vitória. Tem que continuar trabalhando, falta de trabalho não é, quando cria e não faz gol.

Mas temos poucos dias de treinamentos, os jogadores estão com uma sequência grande de jogos - argumentou o jogador.

Na sequência sem vitórias, o Cruzeiro empatou quatro vezes e perdeu uma. Pelo Brasileiro, empatou com Flamengo, Fluminense e Vitória, além de perder para o Avaí. Contra os dois últimos, não conseguiu marcar gol. Pela Copa do Brasil, ficou no empate com o Palmeiras por 1 a 1 e, apesar de não ter vencido, chegou às semifinais.

Sem os artilheiros

O momento cruzeirense também pode ser explicado pelos seus artilheiros no ano. Envolvido na negociação com o Boca Juniors, da Argentina, Ramón Ábila está fora dos planos do Cruzeiro. O argentino é o artilheiro do time com 13 gols. Já Rafael Sobis, vice-artilheiro com 11 gols, convive com um momento ruim, assim como a equipe.


O jogador não marca gols há pouco mais de um mês. O último foi contra o Coritiba, em 25 de junho. Neste período, o jogador participou de quase todas as partidas, mas não deixou sua marca.

A chance de começar a mudar o cenário é na quinta. A Raposa encara o Vasco, em Volta Redonda, pela 18ª rodada do Brasileiro.

759 visitas - Fonte: Globo Esporte




se depender desse sobis estamos perdidos esse cara e muito ruin dinheiro jogado fora

Só têm pernas de pau vai fazer gols de quê jeito o artilheiro mandou embora turma de incompetente isso é quê tá cheio aí nem têm mais graça ir ao estádio quando não perde só empata 0a 0 coisa linda não é burros.

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