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17/5/2017 08:52

Cruzeiro quer menos 'padrão Fifa' e conversa para retirar parte das cadeiras do Mineirão

Cruzeiro quer menos padrão Fifa e conversa para retirar parte das cadeiras do Mineirão
GAZETA PRESS

O 'time do povo', como se auto-intitula, quer que o torcedor se sinta mais à vontade em sua casa.

A exemplo de Corinthians e outros clubes do Brasil, o Cruzeiro discute e mantém conversas com a administradora Minas Arena para a retirada de parte das cadeiras do Mineirão. Segundo o diretor de marketing celeste Marcone Barbosa, existe a necessidade de se refletir sobre o que deve ser aproveitado do chamado 'padrão Fifa' que ficou da Copa do Mundo de 2014 para o torcedor local.

Com uma média em torno de 20 mil pessoas por jogo em 2017, a cúpula do time pondera o perfil de sua torcida.

"É perfeitamente possível você ter setores que acomodem públicos que têm poder aquisitivo menor e outro com um público com anseio diferente, uma condição de pagar mais pelo espetáculo e com demandas diferentes também. A concepção dos novos estádios passou muito pelo 'padrão Fifa'. E hoje estamos num momento talvez de transformação, ou melhor, de adequação do que do 'padrão Fifa' serve para o dia a dia e do que não se aplica", analisou Marcone, durante o Conafut, 1ª Confederação Nacional de Futebol, em São Paulo.

"Por exemplo, a retirada de cadeira de alguns setores, né? Isso aconteceu em São Paulo, no Rio Grande do Sul e deve acontecer também em Belo Horizonte", prosseguiu.

"A gente tem discutido, iniciado uma conversa com o administrador do Mineirão para fazer isso no estádio porque a gente percebe que o torcedor tem um comportamento diferente", completou.

Ele fez um paralelo com o que se vê na maioria dos estádios europeus para sustentar a necessidade da iniciativa.

"É diferente dos espetáculos que acontecem foram do Brasil. Na Europa, muitos clubes parecem que têm platéia. Na realidade do Brasil, se envolve muito no jogo, participa muito do espetáculo, se sente parte daquilo. A maneira como ele (torcedor) se comporta no estádio faz diferença. Se ele tem lugar marcado, ele tem convicção de que, se não estiver sentado naquele lugar, a equipe não vai jogar bem", disse.

"A modernização dos estádios trouxe uma nova realidade para todos nós, mas acho que o momento agora é de entender o que do 'padrão Fifa' serve para a gente e o que de antes vale", concluiu.

Com essa e outras medidas, o Cruzeiro quer voltar a repetir 2014, quando faturou com a sua bilheteria e seu programa de sócio-torcedor mais do que com direitos de transmissão.

Foi feito, inclusive, um levantamento interno no clube com os borderôs, que, em sua visão, corrobora com o preço atual dos ingressos.

Entre 2003 e 2013, o time comandado por Mano Menezes teve lucro de R$ 80 milhões com bilhetes. Nos últimos quatro anos, essa mesma receita é de R$ 150 milhões.

969 visitas - Fonte: ESPN




kkk esse Samuel assiste futebol de qual pais? por culpa no Fabio,o cara que nos salvou muitas vezes,a culpa foi do mal planejamento da diretoria e um pouco do ""grupo"" tb.

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a ora que voltar Ezequiel Manuel junto c Dedé zaga completa vai ser difícil tomar gol mais não confio no.Fábio nas duas vês que quase Caiu ele era o grande culpado

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