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17/3/2017 17:33

Toca da Raposa II recebe a ilustre visita do Instituto Mano Down

Toca da Raposa II recebe a ilustre visita do Instituto Mano Down
Da Toca II

Angel Drumond

O Cruzeiro Esporte Clube dá mais uma lição de cidadania e inclusão social ao promover, na manhã desta sexta-feira, a visita do Instituto Mano Down às dependências da Toca da Raposa II. O Mano Down foi criado em 2011 e, hoje, trabalha com a socialização de crianças, adolescentes, jovens e adultos com Síndrome de Down, promovendo atividades de todos os tipos, como aulas de capoeira, percussão, colônia de férias e passeios programados, como esse realizado ao centro de treinamento celeste.

Iracema Machado, produtora do Instituto Mano Down, falou sobre a ação cruzeirense e os benefícios que ela pode trazer às pessoas que tem a síndrome de down e seus familiares.

"Temos muitos cruzeirenses no Mano Down e o pessoal está super empolgado com a oportunidade de estar aqui, participando de um dia de treino dos jogadores, na Toca da Raposa II. Estamos nos aproximando do dia mundial da Síndrome de Down e quer melhor presente para eles do que esse? Posso garantir que estão todos muito eufóricos", comemorou a produtora.

"O instituto Mano Down vê no esporte e na arte um fator agregador social. Os jogadores são maravilhosos e temos neles inspirações para o nosso trabalho. Tantas pessoas queriam estar aqui hoje e essa oportunidade de visitar a Toca II dará um salto na vida de cada um. É um momento muito prazeroso", completou.



Presente na ação social, Márcio Dias é médico anestesista e pai da Paulinha, uma garota cruzeirense de 21 anos com Síndrome de Down. Márcio ficou muito contente com a atitude do Clube celeste e entende que o futebol é um esporte de suma importância para inclusão dessas pessoas na sociedade.

"O Cruzeiro é uma paixão que vem de berço. A pessoa que tem essa síndrome precisa e requer muita atenção e diversidade nos afazeres. Então, toda iniciativa que pudermos fazer como pais e como sociedade para inclui-las, acho de suma importância, muito relevante. O futebol particularmente atrai pelos jogadores, pela forma física, pela competitividade, pelo espírito colaborativo que existe numa equipe de futebol e, principalmente, uma meta que é o gol. Por mais simples que possa ser essa comparação, a pessoa com síndrome precisa alcançar as metas que são colocadas pela sociedade. É um triunfo, assim como fazer um gol", concluiu.

4746 visitas - Fonte: site oficial




Parabens ao Cruzeiro pela iniciativa.Acertou em cheio mais uma vez.

parabéns cruzeiro.

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