18/2/2017 19:05
Jogadores criticam campo e lamentam primeiros pontos perdidos em 2017
No estádio Zama Maciel, com grama diferente das usadas na Série A, Rafinha e Henrique atribuem dificuldades à condições do gramado
Rafinha reclama de gramado do estádio Zama Maciel (Foto: Reprodução / Premiere)
O gramado do estádio Zama Maciel não é o mesmo usado no Mineirão e nos outros campos do Campeonato Brasileiro. E o Cruzeiro sentiu a diferença. Em um time que prioriza a posse de bola e a troca de passes, a dificuldade de construir foi notória. O resultado foi o empate em 1 a 1 com a URT, na tarde deste sábado, em Patos de Minas, pela quarta rodada do Campeonato Mineiro.
A Raposa entrou com o time alternativo, já que tem um confronto decisivo na próxima quarta-feira, no Mineirão, contra o São Francisco, do Pará, pela Copa do Brasil. Os jogadores evitaram usar as condições do campo como justificativa para não sair de Patos de Minas com a vitória, mas as observações foram inevitáveis.
O meia Rafinha admitiu que teve dificuldades de atuar no gramado do Zama Maciel, mas também disse que o clube não teve capacidade para se manter a frente no marcador.
- Difícil, o gramado bem diferente do que a gente está acostumado na Série A e Copa do Brasil. Tivemos que nos adaptar no decorrer do jogo. Saímos na frente, mas acabamos cedendo o empate em uma jogada individual. Agora é deixar um pouco o Mineiro de lado e pensar na Copa do Brasil
Henrique, capitão do Cruzeiro, concorda com o companheiro de equipe. O volante lamentou a perda de dois pontos em Patos de Minas, mas elogiou o jogo pegado feito pela URT.
- O empate nunca é bom, jogamos sempre para vencer. A gente sabe que o Cruzeiro sempre joga para buscar a vitória. O campo muito apertado, gramado com condição ruim, o jogo fica mais disputado, mais duelos corpo a corpo. Pecamos no último passe, não saíram bons. Não criamos tantas chances, por isso o empate.
O gramado do estádio Zama Maciel não é o mesmo usado no Mineirão e nos outros campos do Campeonato Brasileiro. E o Cruzeiro sentiu a diferença. Em um time que prioriza a posse de bola e a troca de passes, a dificuldade de construir foi notória. O resultado foi o empate em 1 a 1 com a URT, na tarde deste sábado, em Patos de Minas, pela quarta rodada do Campeonato Mineiro.
A Raposa entrou com o time alternativo, já que tem um confronto decisivo na próxima quarta-feira, no Mineirão, contra o São Francisco, do Pará, pela Copa do Brasil. Os jogadores evitaram usar as condições do campo como justificativa para não sair de Patos de Minas com a vitória, mas as observações foram inevitáveis.
O meia Rafinha admitiu que teve dificuldades de atuar no gramado do Zama Maciel, mas também disse que o clube não teve capacidade para se manter a frente no marcador.
- Difícil, o gramado bem diferente do que a gente está acostumado na Série A e Copa do Brasil. Tivemos que nos adaptar no decorrer do jogo. Saímos na frente, mas acabamos cedendo o empate em uma jogada individual. Agora é deixar um pouco o Mineiro de lado e pensar na Copa do Brasil
Henrique, capitão do Cruzeiro, concorda com o companheiro de equipe. O volante lamentou a perda de dois pontos em Patos de Minas, mas elogiou o jogo pegado feito pela URT.
- O empate nunca é bom, jogamos sempre para vencer. A gente sabe que o Cruzeiro sempre joga para buscar a vitória. O campo muito apertado, gramado com condição ruim, o jogo fica mais disputado, mais duelos corpo a corpo. Pecamos no último passe, não saíram bons. Não criamos tantas chances, por isso o empate.
1200 visitas - Fonte: Globo Esporte
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