10/2/2017 08:29
Considerados reservas, três jogadores aproveitam para mostrar bom futebol
Mayke, Rafinha e Ábila se destacaram nas partidas diante de Tricordiano e Chape
Rafinha foi o melhor jogador do Cruzeiro na vitória sobre a Chape (Foto: Washington Alves/Light Press)
Nos dois últimos jogos, diante de Tricordiano, pelo Campeonato Mineiro, e Chapecoense, pela Primeira Liga, o Cruzeiro usou times formados praticamente por reservas. Apenas o goleiro Rafael, e os zagueiros Léo, na primeira partida, e Manoel, na segunda, foram os titulares em campo. Os resultados foram favoráveis, duas vitórias. Diante do time de Três Corações, 2 a 1, e sobre a equipe de Chapecó, 2 a 0. O detalhe é que os quatro gols foram marcados por Ramón Ábila.
Mais do que os números, é interessante tirar conclusões sobre o que foi apresentado em campo. Com cinco competições pela frente em 2017, e a possibilidade de disputar até 85 partidas, o técnico Mano Menezes vai ter que usar todos os jogadores. Pelo menos pelo que foi mostrado diante de Tricordiano e Chapecoense, três jogadores aproveitaram bem a chance para se firmarem nos planos do treinador para a temporada.
O lateral Mayke foi uma grata surpresa. Não é exagero dizer que, em alguns momentos, chegou a lembrar o jogador que foi um dos melhores do Brasil na posição em 2013 e 2014 e foi peça importante na conquista do bicampeonato brasileiro. É verdade que ainda é cedo e é sempre prudente não antecipar as situações, até porque ainda falta a Mayke ritmo de jogo. Mas que as atuações foram empolgantes não dá para negar.
Rafinha talvez tenho sido o jogador que melhor aproveitou as chances. O meia roubou a cena nas duas partidas e tomou conta do meio-campo cruzeirense, sendo o principal responsável pela armação das jogadas ofensivas. Conta muito para Rafinha, o fato de ter excelente recomposição defensiva, o que acaba facilitando o sistema de marcação e a vida do lateral esquerdo do time.
Já falamos sobre Ramón Ábila. Contra os números não é possível brigar. Ele fez simplesmente os quatro gols do Cruzeiro nos dois jogos. O segundo diante da Chapecoente (reveja no vídeo acima) foi uma pintura. Mano Menezes sabe que o argentino não é um primor de técnica, principalmente quando tem que sair da área para buscar jogo e ajudar na criação dos lances. Mas sabe também que pode contar com o camisa 9, que tem uma excelente média de gols pelo Cruzeiro. Foram 17 em 33 partidas, média de 0,51 por jogo.
O Cruzeiro volta a campo no sábado, quando enfrenta o Tupi-MG, pelo Campeonato Mineiro, em Juiz de Fora. Desta vez, os titulares estarão em campo. Mas com uma sombra incomodando. Ou melhor, três sombras.
Nos dois últimos jogos, diante de Tricordiano, pelo Campeonato Mineiro, e Chapecoense, pela Primeira Liga, o Cruzeiro usou times formados praticamente por reservas. Apenas o goleiro Rafael, e os zagueiros Léo, na primeira partida, e Manoel, na segunda, foram os titulares em campo. Os resultados foram favoráveis, duas vitórias. Diante do time de Três Corações, 2 a 1, e sobre a equipe de Chapecó, 2 a 0. O detalhe é que os quatro gols foram marcados por Ramón Ábila.
Mais do que os números, é interessante tirar conclusões sobre o que foi apresentado em campo. Com cinco competições pela frente em 2017, e a possibilidade de disputar até 85 partidas, o técnico Mano Menezes vai ter que usar todos os jogadores. Pelo menos pelo que foi mostrado diante de Tricordiano e Chapecoense, três jogadores aproveitaram bem a chance para se firmarem nos planos do treinador para a temporada.
O lateral Mayke foi uma grata surpresa. Não é exagero dizer que, em alguns momentos, chegou a lembrar o jogador que foi um dos melhores do Brasil na posição em 2013 e 2014 e foi peça importante na conquista do bicampeonato brasileiro. É verdade que ainda é cedo e é sempre prudente não antecipar as situações, até porque ainda falta a Mayke ritmo de jogo. Mas que as atuações foram empolgantes não dá para negar.
Rafinha talvez tenho sido o jogador que melhor aproveitou as chances. O meia roubou a cena nas duas partidas e tomou conta do meio-campo cruzeirense, sendo o principal responsável pela armação das jogadas ofensivas. Conta muito para Rafinha, o fato de ter excelente recomposição defensiva, o que acaba facilitando o sistema de marcação e a vida do lateral esquerdo do time.
Já falamos sobre Ramón Ábila. Contra os números não é possível brigar. Ele fez simplesmente os quatro gols do Cruzeiro nos dois jogos. O segundo diante da Chapecoente (reveja no vídeo acima) foi uma pintura. Mano Menezes sabe que o argentino não é um primor de técnica, principalmente quando tem que sair da área para buscar jogo e ajudar na criação dos lances. Mas sabe também que pode contar com o camisa 9, que tem uma excelente média de gols pelo Cruzeiro. Foram 17 em 33 partidas, média de 0,51 por jogo.
O Cruzeiro volta a campo no sábado, quando enfrenta o Tupi-MG, pelo Campeonato Mineiro, em Juiz de Fora. Desta vez, os titulares estarão em campo. Mas com uma sombra incomodando. Ou melhor, três sombras.
2184 visitas - Fonte: GloboEsporte
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