22/1/2017 09:15
Em sua primeira coletiva de imprensa, Raniel conta com presença de colegas
Alisson e Marcos Vinicius permaneceram na sala de imprensa do Cruzeiro durante toda a coletiva do jovem atacante
A primeira coletiva do jogador como profissional ficará gravada para sempre, no sentido literal. Isso porque Alisson e Marcos Vinicius, companheiros de clube, estiveram presentes durante a entrevista para gravar as falas do jogador. Logo que chegaram a sala de imprensa, os três jogadores fizeram brincadeiras e mostraram que Raniel já está entrosado com os companheiros.
- São bastante legais comigo, me acolheram de forma que não esperava. Até brincam comigo pra caramba, me perturbam, mas isso é bom e faz parte.
Segundo Raniel, a amizade já até rendeu um apelido do Marcos Vinicius a ele. Ele não soube explicar a origem da palavra, mas não conteve a risada ao explicar.
- Só o Marquinhos me chama de “povete”. Não sei o que é. Ele me chamava de pivete e agora me chama de “povete”.
Segundo o jogador, muitas pessoas disseram que ele estava caminhando para trás quando veio para a base do Cruzeiro. No entanto, na verdade, ele dava um salto em sua carreira.
- Estava no profissional, algumas pessoas me disseram que dei um passo para trás, mas na verdade eu acabei dando um passo para frente na minha vida. Muito trabalho aqui, acabei tendo um ano muito proveitoso e bom. Agora é trabalhar forte paa, se Deus quiser, poder jogar.
Nos treinos de Mano Menezes, o jogador atua como um falso camisa 9. Ele explica que essa atuação vem desde as categorias de base do clube, quando o treinador Marcos Valadares começou a o colocar na posição.
- Comecei a jogar na base no final da Copa do Brasil, e o professor Marquinhos me colocou como falso 9 e deu certo. Fui marcando gols, me movimentando bastante, fui marcando gols e foi bom.
O jovem chamou a atenção da comissão técnica do profissional por sua atuação nas categorias de base. Ele balançou as redes nove vezes, e grande parte dos gols foram feitos em cobrança de falta. Raniel ainda revelou que não tinha o costume de marcar em faltas no Santa Cruz, e aprendeu no Cruzeiro.
- No Santa Cruz não cobrava (falta), comecei a cobrar aqui no Cruzeiro. Gosto de movimentar bastante, sempre movimentar bola, não gosto de ficar parado. Gosto de marcar gol e, se Deus quiser, vou poder fazer isso muitas vezes aqui no Cruzeiro.
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