19/8/2016 10:20
Volante é o novo capitão do Cruzeiro: "Sei o tamanho da responsabilidade"
Com a confirmação da ausência do goleiro Fábio até, pelo menos, abril de 2017, o Cruzeiro precisou eleger um novo capitão. O escolhido foi o volante Henrique, segundo atleta que mais atuou com a camisa do clube no atual elenco - o primeiro é, obviamente, o arqueiro lesionado.
- Nós já temos esse dever de liderar o time em campo. O Fábio tem muito de tempo como capitão, mas a gente também ajuda, organiza, fala e muitas vezes toma a frente, para falar alguma coisa que a gente pensa. Tem que ter esse dever dentro de campo. A gente conhece tudo, conhece como funciona, a gente que está aqui há mais tempo sabe como é a responsabilidade no Cruzeiro - analisa Henrique.

O jogador garante que a pressão de vestir a braçadeira não será um problema, mas sim um incentivo. O meio-campista quer liderar a Raposa na busca por um ponto de equilíbrio que ajude a equipe a sair da situação incômoda no Brasileirão.
A cobrança é ainda maior em cima de nós, jogadores que temos mais tempo de casa. A gente sabe o tamanho da responsabilidade e que ela aumenta, a gente se torna mais visado. Então temos que motivar e cobrar na hora certa, tem que ter ponto de equilíbrio para passar confiança. Eu me sinto preparado tanto fora de campo quanto dentro de campo. A gente tem que absorver essa responsabilidade no momento que estamos passando - completa.
- Nós já temos esse dever de liderar o time em campo. O Fábio tem muito de tempo como capitão, mas a gente também ajuda, organiza, fala e muitas vezes toma a frente, para falar alguma coisa que a gente pensa. Tem que ter esse dever dentro de campo. A gente conhece tudo, conhece como funciona, a gente que está aqui há mais tempo sabe como é a responsabilidade no Cruzeiro - analisa Henrique.

O jogador garante que a pressão de vestir a braçadeira não será um problema, mas sim um incentivo. O meio-campista quer liderar a Raposa na busca por um ponto de equilíbrio que ajude a equipe a sair da situação incômoda no Brasileirão.
A cobrança é ainda maior em cima de nós, jogadores que temos mais tempo de casa. A gente sabe o tamanho da responsabilidade e que ela aumenta, a gente se torna mais visado. Então temos que motivar e cobrar na hora certa, tem que ter ponto de equilíbrio para passar confiança. Eu me sinto preparado tanto fora de campo quanto dentro de campo. A gente tem que absorver essa responsabilidade no momento que estamos passando - completa.
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