18/9/2026 19:53
Cruzeiro encara o Vitória no Barradão para quebrar tabu que dura desde 2016
De olho no G4, o Cruzeiro desafia tabu de dez anos sem vencer o Vitória na Série A dentro do Barradão pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro.
A perseguição aos líderes do futebol nacional ganha contornos de decisão em Salvador neste domingo (20), às 16h, e coloca a estabilidade da temporada celeste totalmente em jogo. O Cruzeiro confirma força máxima para encarar o Vitória pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro, pisando no gramado do Barradão sob uma balança implacável: se vencer, salta para a cobiçada quinta posição; se tropeçar, corre o risco de cair para o sétimo lugar e se distanciar perigosamente do pelotão de frente.
A urgência pelos três pontos fora de casa reage a uma barreira histórica incômoda na capital baiana. A torcida cruzeirense contesta a sequência de tropeços recentes como visitante e admite a estranheza do tabu nos bastidores: pela Série A, a Raposa não vence o Leão no Barradão desde outubro de 2016, quando o volante Ariel Cabral anotou o gol do triunfo solitário por 1 a 0. Desde então, foram quatro confrontos na casa rubro-negra e quatro empates arrastados.
— A necessidade de nos consolidarmos no topo nos desafia a superar marcas incômodas do passado. O elenco admite as dificuldades naturais de atuar no Barradão, mas a tabela nos cobra ousadia e imposição tática. Não há nenhum acordo travado para se contentar com empate fora; a vitória nos recoloca colados no G4 antes da pausa da Data Fifa e vamos lutar por ela desde o primeiro minuto — dispara uma fonte ligada ao departamento de futebol nos bastidores da Toca da Raposa II.
Se o retrospecto recente no estádio baiano impõe um impasse, o histórico geral atua como escudo psicológico para os comandados de Artur Jorge: o clube mineiro não sabe o que é perder para o Vitória há mais de 15 anos.
O último revés diante dos baianos aconteceu em agosto de 2010. Desde essa data, foram 16 confrontos de invencibilidade, acumulando dez triunfos azuis e seis igualdades.
Na atual temporada, inclusive, a estreia do técnico foi carimbada com um contundente 3 a 0 no Mineirão.
Apesar da ampla vantagem histórica, a prancheta do comandante português exige ajustes imediatos na produção da frente.
Nos últimos cinco jogos oficiais, a equipe chamou atenção negativa pelo baixo volume de finalizações, registrando mais intervenções defensivas dos seus zagueiros e goleiro do que chutes perigosos no alvo adversário.
Cientes de que qualquer hesitação ofensiva pode minar a pretensão de voltar à Copa Libertadores, comissão técnica e líderes de vestiário cobram intensidade dobrada nas transições e nas bolas paradas. O Cruzeiro confirma a meta de quebrar o jejum no Barradão e manter o tabu invicto de 15 anos, mirando uma vitória vital para entrar na pausa internacional com moral elevado.
A urgência pelos três pontos fora de casa reage a uma barreira histórica incômoda na capital baiana. A torcida cruzeirense contesta a sequência de tropeços recentes como visitante e admite a estranheza do tabu nos bastidores: pela Série A, a Raposa não vence o Leão no Barradão desde outubro de 2016, quando o volante Ariel Cabral anotou o gol do triunfo solitário por 1 a 0. Desde então, foram quatro confrontos na casa rubro-negra e quatro empates arrastados.
— A necessidade de nos consolidarmos no topo nos desafia a superar marcas incômodas do passado. O elenco admite as dificuldades naturais de atuar no Barradão, mas a tabela nos cobra ousadia e imposição tática. Não há nenhum acordo travado para se contentar com empate fora; a vitória nos recoloca colados no G4 antes da pausa da Data Fifa e vamos lutar por ela desde o primeiro minuto — dispara uma fonte ligada ao departamento de futebol nos bastidores da Toca da Raposa II.
Se o retrospecto recente no estádio baiano impõe um impasse, o histórico geral atua como escudo psicológico para os comandados de Artur Jorge: o clube mineiro não sabe o que é perder para o Vitória há mais de 15 anos.
O último revés diante dos baianos aconteceu em agosto de 2010. Desde essa data, foram 16 confrontos de invencibilidade, acumulando dez triunfos azuis e seis igualdades.
Na atual temporada, inclusive, a estreia do técnico foi carimbada com um contundente 3 a 0 no Mineirão.
Apesar da ampla vantagem histórica, a prancheta do comandante português exige ajustes imediatos na produção da frente.
Nos últimos cinco jogos oficiais, a equipe chamou atenção negativa pelo baixo volume de finalizações, registrando mais intervenções defensivas dos seus zagueiros e goleiro do que chutes perigosos no alvo adversário.
Cientes de que qualquer hesitação ofensiva pode minar a pretensão de voltar à Copa Libertadores, comissão técnica e líderes de vestiário cobram intensidade dobrada nas transições e nas bolas paradas. O Cruzeiro confirma a meta de quebrar o jejum no Barradão e manter o tabu invicto de 15 anos, mirando uma vitória vital para entrar na pausa internacional com moral elevado.
33 visitas - Fonte: Cruzeiro Web
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