A fase defensiva do Cruzeiro acendeu o sinal vermelho na Toca da Raposa II. A despeito do excelente momento individual do goleiro Otávio — cotado para ser convocado para a Seleção Brasileira —, o setor defensivo da equipe amarga números preocupantes e não consegue transmitir a segurança de outros tempos para a torcida.
As oscilações do sistema defensivo custaram caro nos mata-matas da Copa do Brasil e da Libertadores e colocam em risco o único objetivo restante do clube na temporada: a vaga direta na Libertadores pelo Brasileirão.
A fragilidade defensiva se transformou no principal desafio do técnico Artur Jorge para a reta final do Campeonato Brasileiro. A Raposa foi vazada em todas as suas últimas oito apresentações na temporada, atingindo a marca de 12 gols sofridos no período:
Sem poder contar com o zagueiro Jonathan Jesus, o comandante português terá que reorganizar a proteção da área cobrando maior compactação dos homens de meio-campo e ajustando a sintonia da dupla formada por Fabrício Bruno e Lucas Villalba.
Com o compromisso deste domingo (6) diante do Athletico-PR no Mineirão, a ordem interna é estancar a sangria defensiva para iniciar a arrancada rumo ao G-4.
E você, torcedor cruzeirense? De quem é a maior culpa pela fase instável da defesa: do sistema tático de Artur Jorge ou das falhas individuais? Deixe sua opinião nos comentários!
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