O contraste no desempenho e nas escolhas do Cruzeiro em um intervalo de apenas 12 meses ficou evidente após a recente queda diante do Atlético-MG nas quartas de final da Copa do Brasil. Se em 2025 a Raposa atropelou o rival com um placar agregado de 4 a 0 sob o comando de Leonardo Jardim, em 2026 o cenário mudou drasticamente: o time acabou eliminado após empatar por 1 a 1 no Mineirão e ser derrotado por 2 a 1 na Arena MRV.
A grande ironia dessa mudança de patamar atende pelo nome de Lucas Silva. Um dos pilares do meio-campo e homem de confiança da comissão técnica no ano passado, o volante assistiu a toda a eliminação deste ano do banco de reservas.
A perda de espaço do camisa 16 no elenco celeste se intensificou ao longo da temporada. Lucas Silva perdeu a titularidade para a chegada do volante Gerson ainda no primeiro semestre, mas sua participação na rotação do time despencou drasticamente após a pausa da Copa do Mundo.
A contratação do jovem Zé Lucas e a recuperação física de Matheus Henrique empurraram o veterano para o final da fila de opções do técnico Artur Jorge. No segundo semestre, o capitão foi utilizado em apenas três partidas, todas saindo do banco de reservas:
A pouca utilização do volante tem gerado questionamentos em parte da torcida cruzeirense, que relembra o histórico vitorioso do jogador no clube entre 2013 e 2018 e sua relevância técnica na campanha da temporada passada.
Aos 33 anos, Lucas Silva possui contrato com o Cruzeiro até o fim de 2027. Muito identificado com a instituição e com forte prestígio junto à cúpula da SAF, o jogador já revelou publicamente o desejo de migrar para a diretoria celeste assim que pendurar as chuteiras.
E você, torcedor cruzeirense? Acha que Lucas Silva merece receber mais oportunidades com o técnico Artur Jorge nesta reta final de Brasileirão? Deixe sua opinião nos comentários!
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