A temporada de 2026 do Cruzeiro caminha para um desfecho frustrante em relação ao sarrafo estabelecido no início do ano. A despeito do pesado aporte financeiro efetuado no mercado da bola, a Raposa amarga eliminações precoces no mata-mata, frustrando metas esportivas e abrindo um déficit milionário em premiações não alcançadas.
O cenário gera forte cobrança interna do sócio-majoritário da SAF, Pedro Lourenço, que cobra autocrítica geral da diretoria, comissão técnica e jogadores para reavaliar o planejamento.
A diretoria celeste investiu alto para encorpar o plantel em 2026. Somente na contratação do volante Gerson, o clube desembolsou R$ 176 milhões, além de reforços como o atacante Chico da Costa, ultrapassando a barreira dos R$ 303 milhões em aportes nas janelas de transferências.
Com renovações e novas chegadas, a folha salarial saltou para a casa dos R$ 30 milhões mensais. O custo operacional ainda foi inflacionado pelas trocas no comando técnico, que envolveram os custos da rescisão de Tite e o acerto com o português Artur Jorge.
As saídas precoces nas competições de mata-mata impactaram diretamente o fluxo de caixa projetado para o ano:
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